A Revolução Árabe avança. Qualquer que seja a revolução que estudemos a lógica é a mesmo: primeiro deserdem e destruição depois a reconstrução. Isso é o que acontece agora com os paises do mundo árabe. A França bombardeia as tropas do presidente da Líbia, Kadafi, e com essa atitude desrespeita a soberania de uma nação, numa atitude que nos faz relembrar dos pontos altos do colonialismo europeu na África. Nos séculos XIX e XX, a Europa retalhou e destruiu a África numa atitude de estrema arrogância. Se tivessem feito isso com o intuito de expandir a civilização ocidental, desenvolvendo a região cultural e economicamente, a colonização se justificaria. Mas não foi isso que ocorreu. A única intenção era sugar as riquezas naturais da África, em suma, teve-se lugar para a mais feroz atuação do capitalismo expansionista.
Com a destruição da Europa na II Guerra Mundial, houve a descolonização da África e um enorme caos apoderou-se da continente mais pobre do planeta: disputas tribais por território, sangrentas guerras civis, em fim, o caos tomou conta de várias regiões da África, a desordem. A colonização européia poderia ter resultado na elevação cultural do continente. Infelizmente a Europa perdeu uma oportunidade única de expandir sua civilização de forma sólida sobre uma vastíssima área. Possibilidade que se barrou pela famigerada fome pelo lucro fácil.
A França hoje tem uma nova oportunidade. Claro que os atuais bombardeios sobre a Líbia são uma afronta à soberania desta pobre nação. Mas esse ato poderia resultar numa conseqüência positiva: uma nova colonização africana pela Europa. Evidentemente, defendo que devemos dar agora lugar a uma colonização humanística. Levar o padrão europeu de educação ao país, e mais tarde a todo o continente. Construir novas escolas e universidades. Trazer professores ocidentais para lecionarem nas universidades. Criar uma nova constituição que garanta a liberdade religiosa, o que permitiria levar missões religiosas, construir igrejas cristãs, enfim, poderíamos promover uma aculturação dos povos locais, substituindo o islã pelo cristianismo, a religião da guerra pela religião da paz.
Conjuntamente, levar fábricas, mondadoras de carros, construir estradas, novas cidades... A Líbia em duas décadas poderia de tornar um prolongamento africano da Europa.
Mas, para falar a verdade, isso não acontecerá. O que veremos será a repetição da atuação dos EUA no Iraque: a derrubada de um ditador para controlar as fontes de petróleo do país, só isso. Não veremos uma ação no sentido de expandir a civilização ocidental. Haverá uma repetição da colonização européia dos séculos XIX e XX. Só teremos exploração dos recursos naturais, nada além disso.
A Revolução Árabe será mais benéfica aos EUA e a Europa (a sua elite financeira, para ser mais claro) que aos povos mulçumanos. Pois ela destruirá a pouca estrutura social que possuem. Cairão, portanto, no caos, como é típico de toda revolução. O caos gera retrocesso social e econômico, e isso entregará o mundo mulçumano mais uma vez para a elite financeira ocidental. Por exemplo, após o caos provocado pela Revolução Francesa, houve uma enorme diminuição de estudantes universitários, o que é um forte indicio de que a revolução é muito negativa para o avanço dos indicadores sociais, como o incentivo ao progresso científico.
Os EUA e a Europa são aqueles que ganharão rios de dinheiro com a “reconstrução” da Líbia após o fim dos bombardeios, como foi na guerra do Iraque. Haverá apenas infra-estrutura para retirar o petróleo e levá-lo aos donos do poder global. Na área do desenvolvimento humano não existirá ações de grande repercussão.
domingo, 27 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
Prevendo terremotos
Ontem comentei em casa: “haverá um terremoto.” Falei isso pelo fato de estar mais quente que o comum. Nos dias anteriores tivemos um clima ameno, nem quente nem frio, mas repentinamente subiu a temperatura. Descobri, por conta própria, que isso é um sinal de terremotos. Lembro-me bem disso. No dia anterior ao terremoto do Haiti aconteceu o mesmo, e isso já se repetiu em terremotos posteriores.
Se o HAARP emite ondas eletromagnéticas na atmosfera, é bem provável que ela provoque uma alteração na temperatura média do planeta. Essa máquina controla o clima e utiliza as forças da natureza como armas de guerra: nasce uma arma geofísica.
Para minha surpresa hoje à noite ligo a televisão e vejo a notícia de um forte terremoto em Mianmar. Logo lembrei o que tinha comentado com minha mãe ontem. Fiquei impressionado.
Se o HAARP emite ondas eletromagnéticas na atmosfera, é bem provável que ela provoque uma alteração na temperatura média do planeta. Essa máquina controla o clima e utiliza as forças da natureza como armas de guerra: nasce uma arma geofísica.
Para minha surpresa hoje à noite ligo a televisão e vejo a notícia de um forte terremoto em Mianmar. Logo lembrei o que tinha comentado com minha mãe ontem. Fiquei impressionado.
O perigo das revoluções modernas - parte I
O estudo da história é muito importante para nos mostrar tendências. A natureza humana continua, virtualmente, a mesma ao longo dos séculos. Sua constituição psicológica (cognitiva) permanece a mesma, por isso há uma tendência de repetição dos mesmos padrões de pensamento e atitude. Ora, a sociedade é um conjunto de individualidades. Sendo assim, as leis psicológicas que se aplicam aos sujeitos, se aplicam à sociedade. Há uma psicologia da coletividade, que é mostrada pela história e pela sociologia. Dessa forma, há tendência é que, literalmente, a história se repita, em lugares e situações diversas. Por isso creio que um criterioso estudo da sociedade e sua história pode nos fazer ver, com base em elementos do mundo atual, o que irá acontecer. E esse é um dos principais objetivos da ciência, antever fenômenos.
As revoluções da Europa moderna, começando pela Revolução Francesa, resultaram, todas elas, sem excessão, em regimes totalitários, baseados na força e violência. Se no início diz-se pela boca de alguns líderes políticos que se luta pela liberdade, o que se segue é desordem, caos, destruição, mortes... A vontade de alguns poucos tiranos acaba se impondo sobre a multidão ignorante dos verdadeiros motivos por trás das revoluções. Nesses acontecimentos dramáticos da história moderna o povo é somente um conjunto de peças de xadrez nas mãos de líderes revolucionários. O povo revoltado nunca sabe pelo que e por quem luta.
Há uma mesma causa por trás de todas as revoluções modernas. Tenho entrado em contato com muitos estudos sobre o assunto, e os autores são unânimes nas questões centrais de tais movimentos. Nos últimos 3 séculos, há um único direcionamento de todas as revoluções: a destruição da velha ordem baseada no cristianismo, na monarquia e em regimes de soberania nacional para a criação de uma nova ordem. Nessa nova ordem predomina a visão universalista. Ou seja, a superação dos estados nacionais, os quais passariam a fazer parte de organismo de governo global. Caminha junto a esse projeto secular, a substituição da sociedade cristã ocidental por outra materialista e globalizada. Um materialismo panteísta se instalaria em todas as partes. Uma mistura de todas as religiões, a qual seria a religião da nova ordem. Uma mistura de materialismo e panteísmo, algo ainda difícil de compreender para quem pensa dentro de uma lógica cristã, monoteísta. A nova religião será, portanto, falsa.
Mas o projeto religioso caminha junto com o projeto político-econômico. Conjuntamente, os revolucionários defendem a centralização as ações bancárias, exércitos, comércio, em fim, todas as estruturas sociais deixariam seu status nacional para serem globais. Portanto, o período revolucionário ainda não terminou. Na verdade, estamos ainda num período de transição da velha ordem para a nova. A diferença é que, no ocidente, tal revolução é agora silenciosa, muito discreta. As novas estruturas sociais são implementadas aos poucos, para que não sintamos. Assim, ninguém veria que entre nós ainda continua a existir uma revolução. Mas é certo que ainda há uma revolução, sem tiros ou incêndios: uma revolução silenciosa.
Como já foi dito, o perigo continua mesmo assim. A centralização global de poder é um perigo descomunal para a humanidade. O maior perigo por que já passamos. Pois daria poderes infinitos a uma pequena elite financeira. Todo o globo ficaria a mercer de suas vontades. Portanto, o poder de alguns seria pago com a escravidão de todos os povos do mundo, submetidos por uma casta de banqueiros bilionários.
Novamente recorro à história. O que ela mostra, desde Alexandre o grande, que há uma centralização cada vez maior de poder. Na Grécia de Platão cada cidade era independente. Após isso, com Alexandre, unificam-se as cidades em império, que absorveu o império anterior (o Persa) e cresceu. Veio Roma e absorveu o império de cultura helenística e cresceu ainda mais. Se há uma lei histórica é que as estruturas políticas e econômicas tendem sempre a procurar expansão de poder. Hoje o poder encontra-se nas mãos da elite financeira, dona dos maiores bancos do mundo. Elite esta que, por exemplo, financiou a revolução comunista na Rússia, que financiou a Revolução Francesa, que financiou a guerra do Iraque, que... O que os livros de história que lemos na escola não nos contam que o comunismo, que levanta tanto a bandeira de defesa do povo, na verdade é criação da cúpula das finanças globais. Será que os comunistas (pseudo-intelectuais) de hoje não sabem disso? Uma revolução demanda muito dinheiro e organização estratégica, e o povo por si só não tem uma coisa nem outra. O que nos mostra que nunca houve uma genuína revolução popular, mas apenas revoluções de elite, que se servem de massas manipuladas.
Temos que nos manifestar publicamente contra o governo mundial, que cresce como possibilidade real a cada guerra, crise econômica e revolução. E a primeira instituição a ser abolida é a ONU, pois a intenção dos banqueiros internacionais – que são sempre os que financiam as revoluções – é que ela cada vez mais centralize pode em si, para num futuro próximo se transforme em um governo global.
A sombra da Revolução Francesa ainda nos persegue. Persegue, agora, principalmente os povos mulçumanos.
As revoluções da Europa moderna, começando pela Revolução Francesa, resultaram, todas elas, sem excessão, em regimes totalitários, baseados na força e violência. Se no início diz-se pela boca de alguns líderes políticos que se luta pela liberdade, o que se segue é desordem, caos, destruição, mortes... A vontade de alguns poucos tiranos acaba se impondo sobre a multidão ignorante dos verdadeiros motivos por trás das revoluções. Nesses acontecimentos dramáticos da história moderna o povo é somente um conjunto de peças de xadrez nas mãos de líderes revolucionários. O povo revoltado nunca sabe pelo que e por quem luta.
Há uma mesma causa por trás de todas as revoluções modernas. Tenho entrado em contato com muitos estudos sobre o assunto, e os autores são unânimes nas questões centrais de tais movimentos. Nos últimos 3 séculos, há um único direcionamento de todas as revoluções: a destruição da velha ordem baseada no cristianismo, na monarquia e em regimes de soberania nacional para a criação de uma nova ordem. Nessa nova ordem predomina a visão universalista. Ou seja, a superação dos estados nacionais, os quais passariam a fazer parte de organismo de governo global. Caminha junto a esse projeto secular, a substituição da sociedade cristã ocidental por outra materialista e globalizada. Um materialismo panteísta se instalaria em todas as partes. Uma mistura de todas as religiões, a qual seria a religião da nova ordem. Uma mistura de materialismo e panteísmo, algo ainda difícil de compreender para quem pensa dentro de uma lógica cristã, monoteísta. A nova religião será, portanto, falsa.
Mas o projeto religioso caminha junto com o projeto político-econômico. Conjuntamente, os revolucionários defendem a centralização as ações bancárias, exércitos, comércio, em fim, todas as estruturas sociais deixariam seu status nacional para serem globais. Portanto, o período revolucionário ainda não terminou. Na verdade, estamos ainda num período de transição da velha ordem para a nova. A diferença é que, no ocidente, tal revolução é agora silenciosa, muito discreta. As novas estruturas sociais são implementadas aos poucos, para que não sintamos. Assim, ninguém veria que entre nós ainda continua a existir uma revolução. Mas é certo que ainda há uma revolução, sem tiros ou incêndios: uma revolução silenciosa.
Como já foi dito, o perigo continua mesmo assim. A centralização global de poder é um perigo descomunal para a humanidade. O maior perigo por que já passamos. Pois daria poderes infinitos a uma pequena elite financeira. Todo o globo ficaria a mercer de suas vontades. Portanto, o poder de alguns seria pago com a escravidão de todos os povos do mundo, submetidos por uma casta de banqueiros bilionários.
Novamente recorro à história. O que ela mostra, desde Alexandre o grande, que há uma centralização cada vez maior de poder. Na Grécia de Platão cada cidade era independente. Após isso, com Alexandre, unificam-se as cidades em império, que absorveu o império anterior (o Persa) e cresceu. Veio Roma e absorveu o império de cultura helenística e cresceu ainda mais. Se há uma lei histórica é que as estruturas políticas e econômicas tendem sempre a procurar expansão de poder. Hoje o poder encontra-se nas mãos da elite financeira, dona dos maiores bancos do mundo. Elite esta que, por exemplo, financiou a revolução comunista na Rússia, que financiou a Revolução Francesa, que financiou a guerra do Iraque, que... O que os livros de história que lemos na escola não nos contam que o comunismo, que levanta tanto a bandeira de defesa do povo, na verdade é criação da cúpula das finanças globais. Será que os comunistas (pseudo-intelectuais) de hoje não sabem disso? Uma revolução demanda muito dinheiro e organização estratégica, e o povo por si só não tem uma coisa nem outra. O que nos mostra que nunca houve uma genuína revolução popular, mas apenas revoluções de elite, que se servem de massas manipuladas.
Temos que nos manifestar publicamente contra o governo mundial, que cresce como possibilidade real a cada guerra, crise econômica e revolução. E a primeira instituição a ser abolida é a ONU, pois a intenção dos banqueiros internacionais – que são sempre os que financiam as revoluções – é que ela cada vez mais centralize pode em si, para num futuro próximo se transforme em um governo global.
A sombra da Revolução Francesa ainda nos persegue. Persegue, agora, principalmente os povos mulçumanos.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Como ser antiecológico
A coisa mais chata nesse mundo é ouvir (ou ler) alguém discutir sobre ecologia. Todas falam a mesmíssima coisa. Para analisarmos como a ideologia ecológica se esvaziou totalmente, vejamos uma coisa: dá pra resumir tudo o que falam sobre o assunto em duas frases, “que a sociedade moderna devastou o meio-ambiente mais que todos os séculos anteriores, e que agora temos que cuidar na natureza como quem cuida de crianças órfãs.”
É por isso que sou antiecológico. Radicalmente antiecológico. Explico-me. Já escrevi aqui sobre o aquecimento global, a maior farsa criada pela mídia nos últimos anos (clique aqui para ler meu texto sobre a farsa do aquecimento global). Outra mentira, que nos enfiaram por goela abaixo, foi o buraco da camada de ozônio: tudo inventado para render lucro. Uma empresa havia criado um novo gás para sistemas de refrigeração e convenceu todo o mundo que o antigo gás destruía a camada de ozônio. A ciência (séria e descomprometida com os magnatas do capitalismo internacional) provou que tudo isso era mentira, como agora vemos os climatologistas desmentirem a farsa do aquecimento global. Isso foi uma invenção da ONU para barrar o crescimento econômico dos países do terceiro mundo. Pois o petróleo ainda é a principal fonte de energia do mundo. Se regularmos a emissão de CO2, automaticamente diminuímos o consumo de petróleo, e se isso acontece não há mais crescimento econômico. Se não há crescimento, os países pobres continuarão eternamente pobres e sob o comando da Europa e dos EUA.
Como não quero ver o terceiro mundo para sempre na miséria, sou antiecológico. O discurso ecológico é totalmente contrário ao capitalismo. O capitalismo pode ter muitas falhas, mas prefiro viver nele do que em Cuba, tendo que andar em sucatas dos anos 50 e pegar fila para comprar papel higiênico.
Dentro do capitalismo temos a liberdade para tentar ser rico, inovar, competir: isso é o verdadeiro espírito humano. Progredir sempre é o que sonhamos. Dentro do capitalismo isso nos é permitido, não temos um governo totalitário nos dizendo o que vestir, comer e pensar. No capitalismo criamos nossos próprios sonhos e vamos à luta para torná-los realidade. Crie uma empresa, um novo produto, estude, ganhe dinheiro, tenha uma vida melhor, prospere. Prefiro esse mundo do que o terror do comunismo, ou o perigo de um mundo decadente que não cresce e que só pensa em ecologia.
Podemos progredir no capitalismo e cuidar da natureza sem exageros. Dá para conciliar os discursos. Mas não podemos confiar nos radicalismos dos ecologistas. Energia nuclear, emissões crescentes de CO2, a cultura do plástico, o automóvel, a tecnologia etc... Não podemos negar que tudo isso deu uma vida melhor ao homem moderno. Hoje ao clique no mouse podemos ir para qualquer parte do planeta. Negar todas as conquistas do mundo moderno pela ecologia nos levaria a um cenário perigoso, ao retrocesso para o mundo pré-industrial. Creio que ninguém queira isso. Viva o progresso humano! Viva a antiecologia!
Crucifixos permanecem nas escolas italianas
Uma decisão que "faz história"
A sentença emitida hoje pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, em Estrasburgo, a favor da exposição do crucifixo nas escolas na Itália, recebeu o elogio da Santa Sé, que a considera uma decisão que "faz história" no reconhecimento da liberdade religiosa.
O Pe. Federico Lombardi SJ, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, publicou uma declaração para expressar a "satisfação" do Vaticano ao ter lido esta "sentença sumamente comprometedora".
Um caso histórico
Os países que apoiaram oficialmente a Itália foram: Armênia, Bulgária, Chipre, Grécia, Lituânia, Malta, Mônaco, Romênia, Rússia e San Marino.
O caso havia sido apresentado ao Tribunal de Estrasburgo por Soile Lautsi, uma cidadã italiana de origem finlandesa, que em 2002 pediu à escola pública "Vittorino da Feltre", em Abano Terme (Pádua), na qual estudavam seus dois filhos, que retirasse os crucifixos das salas de aula. A direção da escola recusou-se, por considerar que o crucifixo é parte do patrimônio cultural italiano e, posteriormente, os tribunais italianos deram razão a este argumento.
No entanto, uma sentença de primeira instância do Tribunal de Estrasburgo decidiu, por unanimidade, impor a retirada de crucifixos nas escolas italianas e ordenou que o governo italiano pagasse à mulher uma indenização de € 5.000 por danos morais, considerando que a presença de crucifixos nas escolas é "uma violação dos direitos dos pais de educar seus filhos segundo suas convicções" e da "liberdade dos alunos".
Diante do recurso interposto pelo Estado italiano, o Tribunal Europeu se contrapôs radicalmente àquela primeira sentença, estabelecendo, por 15 votos a favor e 2 contra, que a presença de crucifixos nas salas de aula não é "uma violação dos direitos dos pais de educar seus filhos segundo suas convicções" e da "liberdade de religião dos alunos", já que "não existem elementos que possam provar que o crucifixo afeta eventualmente os alunos".
Os direitos não estão contra a liberdade de religião
[...]
"A nova sentença do Tribunal Europeu é bem-vinda também porque contribui efetivamente para restabelecer a confiança no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos por parte de muitos europeus, convictos e cientes do papel determinante dos valores cristãos em sua própria história, mas também na construção da unidade europeia e na sua cultura de direito e liberdade", concluiu o comunicado vaticano.
Fonte: http://www.zenit.org/article-27529?l=portuguese
Comentário: O catolicismo faz parte dos últimos 2 mil anos de história italiana. O maior símbolo de manifestação externa do cristianismo é a cruz. Ora, se ela for retirada dos lugares públicos da Itália, estariam negando a cultura de toda uma nação. O estado pode ser laico, mas as pessoas são religiosas, como ouvi certa vez comentar o Prof. Felipe Aquino. Proibir os crucifixos em lugares públicos significa negar a livre expressão de pensamento do povo, tirar-lhe a liberdade. Parabéns ao Tribunal Europeu por respeitar a cultura italiana, tão estreitamente vinculada ao catolicismo.
A sentença emitida hoje pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, em Estrasburgo, a favor da exposição do crucifixo nas escolas na Itália, recebeu o elogio da Santa Sé, que a considera uma decisão que "faz história" no reconhecimento da liberdade religiosa.
O Pe. Federico Lombardi SJ, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, publicou uma declaração para expressar a "satisfação" do Vaticano ao ter lido esta "sentença sumamente comprometedora".
Um caso histórico
Os países que apoiaram oficialmente a Itália foram: Armênia, Bulgária, Chipre, Grécia, Lituânia, Malta, Mônaco, Romênia, Rússia e San Marino.
O caso havia sido apresentado ao Tribunal de Estrasburgo por Soile Lautsi, uma cidadã italiana de origem finlandesa, que em 2002 pediu à escola pública "Vittorino da Feltre", em Abano Terme (Pádua), na qual estudavam seus dois filhos, que retirasse os crucifixos das salas de aula. A direção da escola recusou-se, por considerar que o crucifixo é parte do patrimônio cultural italiano e, posteriormente, os tribunais italianos deram razão a este argumento.
No entanto, uma sentença de primeira instância do Tribunal de Estrasburgo decidiu, por unanimidade, impor a retirada de crucifixos nas escolas italianas e ordenou que o governo italiano pagasse à mulher uma indenização de € 5.000 por danos morais, considerando que a presença de crucifixos nas escolas é "uma violação dos direitos dos pais de educar seus filhos segundo suas convicções" e da "liberdade dos alunos".
Diante do recurso interposto pelo Estado italiano, o Tribunal Europeu se contrapôs radicalmente àquela primeira sentença, estabelecendo, por 15 votos a favor e 2 contra, que a presença de crucifixos nas salas de aula não é "uma violação dos direitos dos pais de educar seus filhos segundo suas convicções" e da "liberdade de religião dos alunos", já que "não existem elementos que possam provar que o crucifixo afeta eventualmente os alunos".
Os direitos não estão contra a liberdade de religião
[...]
"A nova sentença do Tribunal Europeu é bem-vinda também porque contribui efetivamente para restabelecer a confiança no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos por parte de muitos europeus, convictos e cientes do papel determinante dos valores cristãos em sua própria história, mas também na construção da unidade europeia e na sua cultura de direito e liberdade", concluiu o comunicado vaticano.
Fonte: http://www.zenit.org/article-27529?l=portuguese
Comentário: O catolicismo faz parte dos últimos 2 mil anos de história italiana. O maior símbolo de manifestação externa do cristianismo é a cruz. Ora, se ela for retirada dos lugares públicos da Itália, estariam negando a cultura de toda uma nação. O estado pode ser laico, mas as pessoas são religiosas, como ouvi certa vez comentar o Prof. Felipe Aquino. Proibir os crucifixos em lugares públicos significa negar a livre expressão de pensamento do povo, tirar-lhe a liberdade. Parabéns ao Tribunal Europeu por respeitar a cultura italiana, tão estreitamente vinculada ao catolicismo.
terça-feira, 22 de março de 2011
Projeto no Senado prevê que homofobia seja punida com prisão
Um projeto no Senado prevê que a discriminação contra homossexuais seja punida com até cinco anos de prisão.
O projeto não muda a situação dos rapazes que no ano passado agrediram um jovem de São Paulo, golpeado no rosto com uma lâmpada fluorescente. Esse tipo de crime continua sendo enquadrado como lesão corporal no código penal. A novidade é que o projeto pretende punir com cadeia a discriminação de homossexuais.
A proposta prevê de dois a cinco anos de prisão para o empregador que discriminar um funcionário gay. A mesma pena vale para quem proibir que os homossexuais troquem beijos e abraços em locais onde esse comportamento é permitido para heterossexuais.
Os estabelecimentos comerciais que praticarem discriminação podem ser multados e ter a atividade suspensa por até três meses.
“Sou a favor, porque não pode haver discriminação de ninguém. Somos todos iguais perante a lei, perante deus, perante a sociedade, somos todos iguais”, afirma Divino Barbosa da Silva, aposentado
“Primeiro a gente tem que saber se o Brasil está preparado para isso. O problema do Brasil é esse: você faz uma lei e aí você colocar aquela lei na prática e cumprir a lei é que é o problema do brasileiro”, diz Ricardo Vasconcelos, sindicalista.
Um rapaz, que não quer se identificar, diz que foi agredido fisicamente na escola várias vezes. Ele já perdeu uma promoção no trabalho por causa de preconceito. Ele acha que essa lei pode mudar o comportamento da sociedade. “A lei é um grande incentivador e ela baliza, sim, novos comportamentos”, acredita.
Fonte: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2011/03/projeto-no-senado-preve-que-homofobia-seja-punida-com-prisao.html
Comentário: Essa lei é uma verdadeira aberração jurídica. Ela é claramente anticonstitucional. Nossa constituição não deixa dúvidas: em nossa nação é permitida a livre expressão de pensamento. O que os gays tentam com essa lei é proibir justamente o sagrado direito a livre manifestação de opinião. Além do mais, essa lei não é clara. O que é considerado discriminação contra gays? Se for aprovada abre-se um perigoso caminho para a perseguição religiosa apoiada na lei. Imaginemos um padre ou pastor pregando contra o homossexualismo. Se filmado e entregue à justiça poderá ser preso por cinco anos. Isso sim é que vai contra os direitos humanos. Essa lei também é totalmente contrária à tradição histórica do Brasil como nação cristã. Convoco aqui todos os cristãos do Brasil – sejam protestantes ou católicos – a se manifestar publicamente contra essa lei. Vamos às ruas protestar! Organize-se com os membros de sua igreja. De minha parte escreverei um e-mail a todo senador e deputado repudiando essa lei. Faça o mesmo. Se eles virem suas caixas de e-mail lotadas de protestos contra essa lei repugnante, nossos políticos vão pensar duas vezes antes de votar.
Cristãos de todo o Brasil, uni-vos! Ide à luta.
O projeto não muda a situação dos rapazes que no ano passado agrediram um jovem de São Paulo, golpeado no rosto com uma lâmpada fluorescente. Esse tipo de crime continua sendo enquadrado como lesão corporal no código penal. A novidade é que o projeto pretende punir com cadeia a discriminação de homossexuais.
A proposta prevê de dois a cinco anos de prisão para o empregador que discriminar um funcionário gay. A mesma pena vale para quem proibir que os homossexuais troquem beijos e abraços em locais onde esse comportamento é permitido para heterossexuais.
Os estabelecimentos comerciais que praticarem discriminação podem ser multados e ter a atividade suspensa por até três meses.
“Sou a favor, porque não pode haver discriminação de ninguém. Somos todos iguais perante a lei, perante deus, perante a sociedade, somos todos iguais”, afirma Divino Barbosa da Silva, aposentado
“Primeiro a gente tem que saber se o Brasil está preparado para isso. O problema do Brasil é esse: você faz uma lei e aí você colocar aquela lei na prática e cumprir a lei é que é o problema do brasileiro”, diz Ricardo Vasconcelos, sindicalista.
Um rapaz, que não quer se identificar, diz que foi agredido fisicamente na escola várias vezes. Ele já perdeu uma promoção no trabalho por causa de preconceito. Ele acha que essa lei pode mudar o comportamento da sociedade. “A lei é um grande incentivador e ela baliza, sim, novos comportamentos”, acredita.
Fonte: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2011/03/projeto-no-senado-preve-que-homofobia-seja-punida-com-prisao.html
Comentário: Essa lei é uma verdadeira aberração jurídica. Ela é claramente anticonstitucional. Nossa constituição não deixa dúvidas: em nossa nação é permitida a livre expressão de pensamento. O que os gays tentam com essa lei é proibir justamente o sagrado direito a livre manifestação de opinião. Além do mais, essa lei não é clara. O que é considerado discriminação contra gays? Se for aprovada abre-se um perigoso caminho para a perseguição religiosa apoiada na lei. Imaginemos um padre ou pastor pregando contra o homossexualismo. Se filmado e entregue à justiça poderá ser preso por cinco anos. Isso sim é que vai contra os direitos humanos. Essa lei também é totalmente contrária à tradição histórica do Brasil como nação cristã. Convoco aqui todos os cristãos do Brasil – sejam protestantes ou católicos – a se manifestar publicamente contra essa lei. Vamos às ruas protestar! Organize-se com os membros de sua igreja. De minha parte escreverei um e-mail a todo senador e deputado repudiando essa lei. Faça o mesmo. Se eles virem suas caixas de e-mail lotadas de protestos contra essa lei repugnante, nossos políticos vão pensar duas vezes antes de votar.
Cristãos de todo o Brasil, uni-vos! Ide à luta.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Revolução Árabe e a III Guerra Mundial
O mundo mulçumano vive hoje o que a Europa viveu após a Revolução Francesa: a destruição do antigo regime para a criação de um novo modo de organizar a sociedade. Resultado das revoluções européias: duas guerras mundias, nas quais morreram mais pessoas do que em qualquer guerra anterior.
Há muita semelhança entre a atual Revolução Árabe e as revoluções européias. Porém há uma diferença crucial. No Europa o novo regime instalado é marcado pela separação entre religião e estado, o avanço do secularismo, a vitória da república sobre a monarquia etc. Em suma, viu-se nascer uma Europa baseada em estruturas menos cristãs. No mundo mulçumano o resultado das revoluções muito certamente será o reverso. Muito possivelmente grupos religiosos radicais chegarão ao poder, até mesmo se utilizando de vias democráticas. Novos poderes tirânicos ganharão o poder, pois sempre é assim. Após revoluções que pregam a liberdade, nascem regimes cruéis e repressores. Foi assim na transição romana da República ao Império, na França onde vemos nascer um Napoleão após as revoltas de 1789, na Rússia comunista, e a lista continua...
Não seria lógico crer que agora entre os mulçumanos seria diferente. Mas o que veremos surgir das ruínas dessas ditaduras, como as de Kadafi e Mubarak, serão mais regimes ditatoriais islâmicos, que defenderão a supremacia de sua visão de mundo e tentarão destruir fisicamente tudo que não for do islã. Posso imaginar o que espera nosso futuro próximo.
Vejamos. Os novos regimes tirânicos islâmicos saberão que desunidos não podem enfrentar seus inimigos comuns (os EUA, Israel, a Europa). Nascerá um forte bloco islâmico, aos moldes da união européia, para cooperação econômica, religiosa e militar (principalmente). Esse bloco terá como bandeira o mais feroz radicalismo islâmico e lutará pela expansão de tal forma de governo (e religião) sobre as regiões vizinhas. A união das nações mulçumanas terá uma prioridade: a destruição de Israel.
Isso, logicamente, provocará uma guerra no oriente médio entre mulçumanos e judeus. Será uma guerra nuclear, visto que os dois lados já possuem tecnologia para a fabricação de armas nucleares. Na verdade, Israel já tem tais armas, mas não admite. O Irã logo as terá. O domínio de armas nucleares pelo Irã fará com que esse país seja o líder militar do bloco mulçumano. Eis aqui o quadro da guerra, possivelmente a III Guerra Mundial, com o ocidente apoiando os judeus. Os países comunistas apoiarão os mulçumanos, possivelmente, pois verão nisso uma possibilidade de destruir o capitalismo norte-americano e uma esperança de ver a foice e o martelo nas bandeiras dos árabes e na Europa destruída novamente.
Veremos uma guerra mundial entre oriente o ocidente. Será a mais terrível das guerras, e o número de mortos superará muitas vezes o da II Guerra. Após o conflito, veja qual for o vencedor, o oriente médio estará completamente destruído e praticamente despovoado. Pode ser que a Europa seja atingida. Mas é certo que sua economia, após os estratosféricos gastos de guerra, estará arruinada. Das ruínas nascerá um novo mundo totalmente diferente de tudo que conhecemos, mas muito parecido com o que foi descrito pelo genial profeta moderno Aldous Huxley, em seu romance Admirável mundo novo. Será o fim de tudo o que entendemos por verdadeira liberdade. O sentido de humanidade terá acabado. Haverá apenas senhores e escravos (homens-máquinas).
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