Julio Severo - 16 Maio 2011
Enquanto militantes gays preparam grande ato na frente da Catedral de Brasília, Marta Suplicy prepara votação do PLC 122 nesta semana.
Grupos de militantes gays de todo o Brasil preparam-se para a Marcha pela Aprovação do PLC 122 em Brasília em 18 de maio de 2011. O evento, que também se chama Marcha contra a Homofobia, recebeu impulso importante com a recente decisão do STF de desfigurar a Constituição para favorecer as uniões civis com base na sodomia.
Com o governo federal e até o STF se prostrando diante das exigências da ideologia gay, só falta agora o Congresso e o povo. O Congresso não o faz por medo do povo. O povo não o faz porque ainda lhe resta alguns valores morais conservadores - espécies em extinção ou já extintas entre as autoridades. Se o Congresso e o povo não se dobrarem, os ativistas gays e seus aliados contam com o "jeitinho" brasileiro para aprovar o PLC 122, quer a população do Brasil queira ou não. Não fosse por esse "jeitinho", o STF jamais teria conseguido enxergar na Constituição algo que nunca existiu: a equiparação da união estável homem/mulher com a união estável homem/homem.
Se o rolo compressor gay conseguir passar por cima do Congresso, usando o STF ou outro órgão, o povo não terá a mínima chance de escapar de um atropelamento e esmagamento social - a não ser que encare o problema de frente em muitas manifestações nas ruas.
Semana passada o Brasil viu o adiamento da votação do PLC 122, graças às pressões de evangélicos e católicos. Mas Marta Suplicy garantiu que nesta semana, que marca o Dia Mundial de Combate à Homofobia (17 de maio), a votação ocorrerá, e os militantes gays já estão se reunindo em Brasília vindos de todo o Brasil para um grande ato pró-PLC 122 na frente da Catedral de Brasília.
A pergunta a ser feita agora diante do rolo compressor gay é: O PLC 122 deve ser enfrentado de forma delicada, como apenas uma mera ameaça à liberdade de expressão e opinião? Ou deve ser encarado como um perigo maior?
Há uma ideia equivocada de que o PLC 122 seja um projeto de mordaça. Mas, como bem aponta o filósofo Olavo de Carvalho em vídeo editado por mim (http://www.youtube.com/watch?v=jIOOE0n2V5g), classificar o PLC 122 como mordaça é um eufemismo. A proposta do projeto anti-"homofobia" é impor punição e cadeia para todos os que discordarem da sodomia. Até mesmo pessoas não cristãs não escaparão se num momento de descontrole emocional disserem algo, como mostrou cena da novela "Insensato Coração" incluída no vídeo.
O vídeo também traz entrevista de Marta Suplicy, relatora do PLC 122, dizendo que com a lei anti-"homofobia" aprovada a crítica ao homossexualismo estará oficialmente banida da TV, rádio, internet, jornais e outros meios, sujeitando os infratores à cadeia e igualando-os a estupradores, assassinos, ladrões e outros criminosos. A única isenção que ela propõe é para críticas feitas dentro de templos religiosos. Os demais casos, mesmo de cristãos criticando em programas religiosos, serão tratados com todo o rigor da lei.
Portanto, Olavo de Carvalho está certo quando diz que a reação anêmica ao PLC 122 mostra que as pessoas estão "sendo vítimas da espiral do silêncio e hipnotizadas pela impressão da força do inimigo". Dizer que o PLC 122 é um atentado contra a liberdade de expressão é uma maneira muito fraca, segundo ele, de se opor ao projeto de ditadura gay.
Atitudes cristãs aguadas acarretam consequências desastrosas e pavimentam o caminho das ditaduras. Basta ver o exemplo dos cristãos da Alemanha nazista e todo o sofrimento que lhes foi imposto por terem, em maioria esmagadora, reagido sem firmeza à ditadura do Partido Nazista, sigla que significa Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista - ao que se sabe, um partido com elevado número de homossexuais. Homossexualismo e fascismo andam de mãos dadas.
Os cristãos mais famosos daquela época são o pastor luterano Dietrich Bonhoeffer e o católico Claus von Stauffenberg, que faziam parte de grupos que queriam matar Adolf Hitler, que havia sido democraticamente eleito pelo povo alemão.
Hoje, eles são exemplo porque não reagiram de modo fraco diante da ditadura nacional socialista.
Que exemplo esperamos deixar para as próximas gerações?
Fonte:http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/12083-plc-122-cadeia-para-quem-discordar-da-sodomia.html
quarta-feira, 18 de maio de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
CNBB diz que não reconhece decisão do STF sobre casamento gay
CNBB diz em nota que não reconhece decisão do STF sobre união homoafetiva. Mesmo entendendo que os homossexuais não devem sofrer discriminação, bispos não reconhecem união entre pessoas do mesmo sexo como equivale à família.
José Maria Mayrink, enviado especial
APARECIDA (SP) - A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) aprovou pela manhã, durante sua 49ª Assembleia Geral, reunida em Aparecida, uma nota na qual estranha que o Supremo Tribunal Federal (STF) tenha se pronunciado sobre a união homoafetiva, de parceiros homossexuais, porque, em sua avaliação, o exame da matéria caberia ao Legislativo e ao Executivo.
Os bispos brasileiros reafirmam que, conforme a doutrina da Igreja Católica, o casamento entre homem e mulher devem ser a base da família, instituição que precisa ser reconhecida e valorizada. A nota da CNBB afirma que as pessoas que manifestam preferência pelo mesmo sexo não podem ser discriminadas, mas insiste que a união entre homossexuais não equivale à família.
Decisão do STF
De acordo com o STF, os casais homossexuais têm os mesmos direitos e deveres que a legislação brasileira estabelece para os casais heterossexuais. A decisão, que foi aprovada unanimemente na última quinta-feira, 5, abre caminho para que o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo seja permitido e as uniões homoafetivas passem a ser tratadas como um novo tipo de família.
O julgamento do STF torna praticamente automáticos os direitos que hoje são obtidos com dificuldades na Justiça e põe fim à discriminação legal dos homossexuais. Considerada histórica, a decisão do STF é contestada tanto pela Igreja Católica quanto por juristas.
Leia nota da CNBB na íntegra:
Nós, Bispos do Brasil em Assembleia Geral, nos dias 4 a 13 de maio, reunidos na casa da nossa Mãe, Nossa Senhora Aparecida, dirigimo-nos a todos os fiéis e pessoas de boa vontade para reafirmar o princípio da instituição familiar e esclarecer a respeito da união estável entre pessoas do mesmo sexo. Saudamos todas as famílias do nosso País e as encorajamos a viver fiel e alegremente a sua missão. Tão grande é a importância da família, que toda a sociedade tem nela a sua base vital. Por isso é possível fazer do mundo uma grande família.
A diferença sexual é originária e não mero produto de uma opção cultural. O matrimônio natural entre o homem e a mulher bem como a família monogâmica constituem um princípio fundamental do Direito Natural. As Sagradas Escrituras, por sua vez, revelam que Deus criou o homem e a mulher à sua imagem e semelhança e os destinou a ser uma só carne (cf. Gn 1,27; 2,24). Assim, a família é o âmbito adequado para a plena realização humana, o desenvolvimento das diversas gerações e constitui o maior bem das pessoas.
As pessoas que sentem atração sexual exclusiva ou predominante pelo mesmo sexo são merecedoras de respeito e consideração. Repudiamos todo tipo de discriminação e violência que fere sua dignidade de pessoa humana (cf. Catecismo da Igreja Católica, nn. 2357-2358).
As uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo recebem agora em nosso País reconhecimento do Estado. Tais uniões não podem ser equiparadas à família, que se fundamenta no consentimento matrimonial, na complementaridade e na reciprocidade entre um homem e uma mulher, abertos à procriação e educação dos filhos. Equiparar as uniões entre pessoas do mesmo sexo à família descaracteriza a sua identidade e ameaça a estabilidade da mesma. É um fato real que a família é um recurso humano e social incomparável, além de ser também uma grande benfeitora da humanidade. Ela favorece a integração de todas as gerações, dá amparo aos doentes e idosos, socorre os desempregados e pessoas portadoras de deficiência. Portanto têm o direito de ser valorizada e protegida pelo Estado.
É atribuição do Congresso Nacional propor e votar leis, cabendo ao governo garanti-las. Preocupa-nos ver os poderes constituídos ultrapassarem os limites de sua competência, como aconteceu com a recente decisão do Supremo Tribunal Federal. Não é a primeira vez que no Brasil acontecem conflitos dessa natureza que comprometem a ética na política.
A instituição familiar corresponde ao desígnio de Deus e é tão fundamental para a pessoa que o Senhor elevou o Matrimônio à dignidade de Sacramento. Assim, motivados pelo Documento de Aparecida, propomo-nos a renovar o nosso empenho por uma Pastoral Familiar intensa e vigorosa.
Jesus Cristo Ressuscitado, fonte de Vida e Senhor da história, que nasceu, cresceu e viveu na Sagrada Família de Nazaré, pela intercessão da Virgem Maria e de São José, seu esposo, ilumine o povo brasileiro e seus governantes no compromisso pela promoção e defesa da família.
Aparecida (SP), 11 de maio de 2011
Dom Geraldo Lyrio Rocha
Presidente da CNBB
Arcebispo de Mariana - MG
Dom Luiz Soares Vieira
Vice Presidente da CNBB
Arcebispo de Manaus - AM
Dom Dimas Lara Barbosa
Secretário Geral da CNBB
Arcebispo nomeado para Campo Grande - MS
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,cnbb-diz-em-nota-que-nao-reconhece-decisao-do-stf-sobre-uniao-homoafetiva,717831,0.htm
Comentário: Nossos bispos do Brasil não temem dizer a verdade, “doa a quem doer”! Fico feliz ao ler esta nota da CNBB, porque escrevi um artigo sobre o tema do casamento gay antes da publicação do pronunciamento oficial dos bispos do Brasil. E me satisfaz ver que a nota da CNBB confirma totalmente o que afirmei. A atitude do Supremo Tribunal Federal fere a estrutura do estado democrático de direito. Pois não lhe compete legislar, ou seja, aprovar leis. Esta é atribuição dos outros poderes, não do judiciário. A Igreja entrou na justiça questionando esta atitude. Esperemos que prevaleça o bom senso.
José Maria Mayrink, enviado especial
APARECIDA (SP) - A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) aprovou pela manhã, durante sua 49ª Assembleia Geral, reunida em Aparecida, uma nota na qual estranha que o Supremo Tribunal Federal (STF) tenha se pronunciado sobre a união homoafetiva, de parceiros homossexuais, porque, em sua avaliação, o exame da matéria caberia ao Legislativo e ao Executivo.
Os bispos brasileiros reafirmam que, conforme a doutrina da Igreja Católica, o casamento entre homem e mulher devem ser a base da família, instituição que precisa ser reconhecida e valorizada. A nota da CNBB afirma que as pessoas que manifestam preferência pelo mesmo sexo não podem ser discriminadas, mas insiste que a união entre homossexuais não equivale à família.
Decisão do STF
De acordo com o STF, os casais homossexuais têm os mesmos direitos e deveres que a legislação brasileira estabelece para os casais heterossexuais. A decisão, que foi aprovada unanimemente na última quinta-feira, 5, abre caminho para que o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo seja permitido e as uniões homoafetivas passem a ser tratadas como um novo tipo de família.
O julgamento do STF torna praticamente automáticos os direitos que hoje são obtidos com dificuldades na Justiça e põe fim à discriminação legal dos homossexuais. Considerada histórica, a decisão do STF é contestada tanto pela Igreja Católica quanto por juristas.
Leia nota da CNBB na íntegra:
Nós, Bispos do Brasil em Assembleia Geral, nos dias 4 a 13 de maio, reunidos na casa da nossa Mãe, Nossa Senhora Aparecida, dirigimo-nos a todos os fiéis e pessoas de boa vontade para reafirmar o princípio da instituição familiar e esclarecer a respeito da união estável entre pessoas do mesmo sexo. Saudamos todas as famílias do nosso País e as encorajamos a viver fiel e alegremente a sua missão. Tão grande é a importância da família, que toda a sociedade tem nela a sua base vital. Por isso é possível fazer do mundo uma grande família.
A diferença sexual é originária e não mero produto de uma opção cultural. O matrimônio natural entre o homem e a mulher bem como a família monogâmica constituem um princípio fundamental do Direito Natural. As Sagradas Escrituras, por sua vez, revelam que Deus criou o homem e a mulher à sua imagem e semelhança e os destinou a ser uma só carne (cf. Gn 1,27; 2,24). Assim, a família é o âmbito adequado para a plena realização humana, o desenvolvimento das diversas gerações e constitui o maior bem das pessoas.
As pessoas que sentem atração sexual exclusiva ou predominante pelo mesmo sexo são merecedoras de respeito e consideração. Repudiamos todo tipo de discriminação e violência que fere sua dignidade de pessoa humana (cf. Catecismo da Igreja Católica, nn. 2357-2358).
As uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo recebem agora em nosso País reconhecimento do Estado. Tais uniões não podem ser equiparadas à família, que se fundamenta no consentimento matrimonial, na complementaridade e na reciprocidade entre um homem e uma mulher, abertos à procriação e educação dos filhos. Equiparar as uniões entre pessoas do mesmo sexo à família descaracteriza a sua identidade e ameaça a estabilidade da mesma. É um fato real que a família é um recurso humano e social incomparável, além de ser também uma grande benfeitora da humanidade. Ela favorece a integração de todas as gerações, dá amparo aos doentes e idosos, socorre os desempregados e pessoas portadoras de deficiência. Portanto têm o direito de ser valorizada e protegida pelo Estado.
É atribuição do Congresso Nacional propor e votar leis, cabendo ao governo garanti-las. Preocupa-nos ver os poderes constituídos ultrapassarem os limites de sua competência, como aconteceu com a recente decisão do Supremo Tribunal Federal. Não é a primeira vez que no Brasil acontecem conflitos dessa natureza que comprometem a ética na política.
A instituição familiar corresponde ao desígnio de Deus e é tão fundamental para a pessoa que o Senhor elevou o Matrimônio à dignidade de Sacramento. Assim, motivados pelo Documento de Aparecida, propomo-nos a renovar o nosso empenho por uma Pastoral Familiar intensa e vigorosa.
Jesus Cristo Ressuscitado, fonte de Vida e Senhor da história, que nasceu, cresceu e viveu na Sagrada Família de Nazaré, pela intercessão da Virgem Maria e de São José, seu esposo, ilumine o povo brasileiro e seus governantes no compromisso pela promoção e defesa da família.
Aparecida (SP), 11 de maio de 2011
Dom Geraldo Lyrio Rocha
Presidente da CNBB
Arcebispo de Mariana - MG
Dom Luiz Soares Vieira
Vice Presidente da CNBB
Arcebispo de Manaus - AM
Dom Dimas Lara Barbosa
Secretário Geral da CNBB
Arcebispo nomeado para Campo Grande - MS
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,cnbb-diz-em-nota-que-nao-reconhece-decisao-do-stf-sobre-uniao-homoafetiva,717831,0.htm
Comentário: Nossos bispos do Brasil não temem dizer a verdade, “doa a quem doer”! Fico feliz ao ler esta nota da CNBB, porque escrevi um artigo sobre o tema do casamento gay antes da publicação do pronunciamento oficial dos bispos do Brasil. E me satisfaz ver que a nota da CNBB confirma totalmente o que afirmei. A atitude do Supremo Tribunal Federal fere a estrutura do estado democrático de direito. Pois não lhe compete legislar, ou seja, aprovar leis. Esta é atribuição dos outros poderes, não do judiciário. A Igreja entrou na justiça questionando esta atitude. Esperemos que prevaleça o bom senso.
Vacinação contra gripe atinge 60% do público-alvo
MARCELA GONSALVES - Agência Estado
O Ministério da Saúde divulgou no final da tarde um balanço preliminar com o número de pessoas imunizadas pela Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. Cerca de 18 milhões foram vacinados no Brasil. O número representa 60,24% do público-alvo, que é de aproximadamente 30 milhões de pessoas. A meta era vacinar 24 milhões de pessoas (80%).
A campanha terminou oficialmente hoje, mas o ministério recomendou aos Estados e municípios que não atingiram as metas que continuem a vacinação. Cabe aos gestores locais de saúde definir as estratégias para prorrogar a campanha.
A cobertura de 2011 é a segunda melhor dos últimos cinco anos. Em 2008, o porcentual foi de 65,35%. Em 2010, 54,81%; em 2009, 56,47%; em 2007, 47,68%; e em 2006, 53,35%. Nesses anos, apenas idosos e indígenas foram vacinados. Agora foram incluídos no público-alvo gestantes, crianças de 6 meses a menores de 2 anos e os trabalhadores da área de saúde.
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,vacinacao-contra-gripe-atinge-60-do-publico-alvo,718986,0.htm
Comentário: Viva a internet! Na era da internet não há mais como continuar a enganar o povo. Com a internet descobrimos que Osama ainda vive, que Obama não é americano e que o 11 de setembro é uma farsa, dentre tantas outras verdades. Para mim está claro que a grande causa para que tenha sido tão baixo o total de vacinados é a internet. Através de e-mail, dos blogs, de sites independentes e das redes sociais é que as verdades ocultadas pela mídia corporativa são divulgadas. A grande mídia é controlada por uma elite global que não tem compromisso com a verdadeira democratização da informação. Divulgam futilidades e notícias manipuladas para afastar as atenções da população daquilo que realmente é importante.
A verdade sobre o perigo das vacinas tem percorrido a internet faz um bom tempo. Inúmeros sites independentes, desvinculados à mídia corporativa, estão divulgando os malefícios causados pelas vacinas (leiam meu artigo sobre este assunto clicando aqui). Elas são a causa de vários danos à saúde, podendo ser abortiva. Por isso, as grávidas foram maldosamente incluídas na campanha, para que uma porcentagem delas abortasse após tomar a vacina, reduzindo o crescimento populacional. O problema é que muitas grávidas vão pensar que abortaram naturalmente, que foi coincidência, pois acreditam na mídia que não diz o quão maléficas são as vacinas. Será que também é coincidência que Dilma tenha desenvolvido pneumonia logo após de receber a vacina contra a gripe? Eu mesmo soube que uma colega minha que estava grávida de gêmeos e abortou na semana passada. Isso é mais uma coincidência?
A internet está fazendo o que a TV não faz: divulga a verdade. Na era digital não há mais fronteiras para o conhecimento. Nada fica mais em segredo. Com um simples clique, podemos descobrir as más intenções por trás de coisas aparentemente inocentes como uma vacina. Viva a tecnologia! Viva a era da informação!
O Ministério da Saúde divulgou no final da tarde um balanço preliminar com o número de pessoas imunizadas pela Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. Cerca de 18 milhões foram vacinados no Brasil. O número representa 60,24% do público-alvo, que é de aproximadamente 30 milhões de pessoas. A meta era vacinar 24 milhões de pessoas (80%).
A campanha terminou oficialmente hoje, mas o ministério recomendou aos Estados e municípios que não atingiram as metas que continuem a vacinação. Cabe aos gestores locais de saúde definir as estratégias para prorrogar a campanha.
A cobertura de 2011 é a segunda melhor dos últimos cinco anos. Em 2008, o porcentual foi de 65,35%. Em 2010, 54,81%; em 2009, 56,47%; em 2007, 47,68%; e em 2006, 53,35%. Nesses anos, apenas idosos e indígenas foram vacinados. Agora foram incluídos no público-alvo gestantes, crianças de 6 meses a menores de 2 anos e os trabalhadores da área de saúde.
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,vacinacao-contra-gripe-atinge-60-do-publico-alvo,718986,0.htm
Comentário: Viva a internet! Na era da internet não há mais como continuar a enganar o povo. Com a internet descobrimos que Osama ainda vive, que Obama não é americano e que o 11 de setembro é uma farsa, dentre tantas outras verdades. Para mim está claro que a grande causa para que tenha sido tão baixo o total de vacinados é a internet. Através de e-mail, dos blogs, de sites independentes e das redes sociais é que as verdades ocultadas pela mídia corporativa são divulgadas. A grande mídia é controlada por uma elite global que não tem compromisso com a verdadeira democratização da informação. Divulgam futilidades e notícias manipuladas para afastar as atenções da população daquilo que realmente é importante.
A verdade sobre o perigo das vacinas tem percorrido a internet faz um bom tempo. Inúmeros sites independentes, desvinculados à mídia corporativa, estão divulgando os malefícios causados pelas vacinas (leiam meu artigo sobre este assunto clicando aqui). Elas são a causa de vários danos à saúde, podendo ser abortiva. Por isso, as grávidas foram maldosamente incluídas na campanha, para que uma porcentagem delas abortasse após tomar a vacina, reduzindo o crescimento populacional. O problema é que muitas grávidas vão pensar que abortaram naturalmente, que foi coincidência, pois acreditam na mídia que não diz o quão maléficas são as vacinas. Será que também é coincidência que Dilma tenha desenvolvido pneumonia logo após de receber a vacina contra a gripe? Eu mesmo soube que uma colega minha que estava grávida de gêmeos e abortou na semana passada. Isso é mais uma coincidência?
A internet está fazendo o que a TV não faz: divulga a verdade. Na era digital não há mais fronteiras para o conhecimento. Nada fica mais em segredo. Com um simples clique, podemos descobrir as más intenções por trás de coisas aparentemente inocentes como uma vacina. Viva a tecnologia! Viva a era da informação!
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Casamento gay é aprovado no Brasil
Enquanto numa novela do SBT aparece primeiro beijo entre duas mulheres, Supremo aprova casamento gay
A novela Amor e Revolução irá exibir o primeiro beijo gay na TV brasileira, que será protagonizado por duas atrizes. Enquanto nossas crianças assistem a isso em horário nobre, o Supremo aprova a legalização do casamento gay.
Gostaria muito de compreender o que acontece com a atual sociedade brasileira, cuja cultura é enraizada no cristianismo? Como pensará a atual geração de crianças de crescerão vendo beijos gays na TV, ao lado de seus pais? A situação é preocupante...
Temos que respeitar os homossexuais. Nada justifica agressões físicas ou verbais contra eles. Todos nós temos liberdade de agir como quisermos na esfera privada, mas não é assim na esfera pública, na qual existem regras – muitas das quais tácitas, outras legais impostas por lei – que nos impõe certos padrões de comportamento. Na esfera privada, particular, os gays têm a liberdade de se comportar como bem entenderem, mas não é assim na esfera pública. A maior parte da sociedade brasileira ainda cultiva opiniões conservadoras sobre a questão homossexual, e isso deve ser respeitado pelos grupos minoritários liberais. O fato é que grande parte dos brasileiros não concorda com casamento homossexual. É extremamente raro ver um pai que gostaria de ter um filho para, na fase adulta, ser gay. O desejo natural é que ele se case e que lhe dê netos de forma natural, de acordo com as leis da natureza. São pouquíssimos que gostariam de ver dois homens se beijando em praça pública. O que pensaria uma criança se visse isso? Ficaria muito confusa. Os grupos homossexuais têm que entender que a sociedade, em muitas questões, tem expressado opiniões conservadoras. Vimos nas últimas eleições como o povo se manifestou fortemente contra a legalização do aborto.
O Supremo é o órgão máximo do poder judiciário, cabe-lhe julgar, e não legislar, ou seja, aprovar leis. Esta tarefa cabe ao poder legislativo. Essa atitude do Supremo Tribunal passa por cima da estrutura do estado democrático de direito, no qual cada poder tem suas atribuições específicas. E a aprovação de uma lei, que altere nosso Código Civil, não cabe ao judiciário, mas ao legislativo. Essa atitude é preocupante, pois coloca em cheque a atual estabilidade da democracia brasileira, com o Supremo legislando, sendo que essa não é sua atribuição. Isso é ainda mais preocupante pelo seguinte fato: acabamos colocando poder total nas mãos de alguns homens, que ao seu bem entender (sem querer saber a opinião da sociedade), aprovam o que querem, sem uma ampla discussão no Congresso, com os legítimos representantes da nação. Instala-se uma aristocracia – que significa o poder de poucos – no lugar da democracia – poder do povo. Abre-se um perigoso horizonte político para o Brasil, que tende a minar o estado democrático. Porque se o Supremo for cooptado por algum grupo político específico, ele passará a legislar (legitimar) para favorecer esse grupo político, apagando a voz do Congresso. Instala-se uma ditadura. Quebra-se a estrutura democrática dos três poderes. Na verdade, isto já está em processo desde a eleição de Lula. Ao aprovar o casamento gay, o Supremo mostra que está alinhado aos “valores” liberais da esquerda comunista do PT, cujo maior objetivo é destruir a democracia brasileira para a instauração de uma ditadura bolquevique, com economia de capital, aos moldes da China. Tal é o sonho da cúpula do PT desde o início dos anos 70. Infelizmente, sabemos quais são os próximos passos da agenda dos comunistas tupiniquins: a aprovação do aborto e das leis anti-homofobia.
Mas porque tanta mobilização pela causa gay? Ela seria tão fundamental para a sociedade brasileira? Não existiriam outras questões bem mais importantes com as quais o Supremo e o Congresso deveriam se deter? Certa vez o filósofo Luiz Felipe Pondé, com razão, afirmou que as crianças que morrem de fome e sede no nordeste não têm o mesmo lobby que os grupos homossexuais, por isso não há políticas públicas para atendê-las. Os homossexuais, ao contrário, possuem relevante influência no meio intelectual e artístico, se organizam em associações e pressionam os políticos e juizes para serem favorecidos. Já os pobres, as crianças e as mulheres violentadas por maridos insanos não têm esse poder de influência.
Certamente há questões muito mais relevantes que a causa gay, como, por exemplo, a discussão de um novo código penal, redução da idade penal, a pena de morte para crimes hediondos, leis mais duras contra a pedofilia, ao tráfico de drogas e a agressão à mulher. Estas são as verdadeiras grandes questões que necessitam de uma ampla discussão nas mais altas esferas do poder, questões que interferem na vida de milhões. Mas as atenções aos grandes temas, como estes, são desviadas por questões menores como casamento gay.
A aprovação do casamento gay pelo Supremo nada mais é que o cumprimento do que está previsto no documento PNDH-3, do ex-ministro do Lula, Paulo Vannuchi. No PNDH-3 vê-se como metas para o Brasil a aprovação de leis de casamento homossexual e aborto. Era só uma questão de tempo até que o Supremo fizesse o que fez, nesta semana. O PNDH-3 é uma imposição da ONU, como ouvi do próprio Vannuchi, para o Brasil. Vannuchi deixou claro, em palestra na UFSC por motivo do lançamento do PNDH-3, que as leis das nações têm sido impostas sistematicamente pela ONU. E, como sabemos, está nos planos da ONU uma drástica redução da população mundial a somente 2 bilhões até 2050. Como cumprirão esse objetivo? Simples, promovendo políticas pró-aborto e a cultura homossexual. Para cada casal homossexual são menos dois casais heterossexuais. Sendo que a média de filhos por família é de dois, chegamos ao número de menos quatro nascimentos de crianças para cada casal homossexual. Eis aqui a causa da promoção da cultura gay: a redução da população e a destruição da moral cristã centrada na família. No fundo, não há nada além disso.
Falta muita sabedoria a atual geração (principalmente aos que estão no poder), que está se acostumando cada vez mais com trivialidades, e passa seu tempo livre vendo novelas com beijos homossexuais.
A novela Amor e Revolução irá exibir o primeiro beijo gay na TV brasileira, que será protagonizado por duas atrizes. Enquanto nossas crianças assistem a isso em horário nobre, o Supremo aprova a legalização do casamento gay.
Gostaria muito de compreender o que acontece com a atual sociedade brasileira, cuja cultura é enraizada no cristianismo? Como pensará a atual geração de crianças de crescerão vendo beijos gays na TV, ao lado de seus pais? A situação é preocupante...
Temos que respeitar os homossexuais. Nada justifica agressões físicas ou verbais contra eles. Todos nós temos liberdade de agir como quisermos na esfera privada, mas não é assim na esfera pública, na qual existem regras – muitas das quais tácitas, outras legais impostas por lei – que nos impõe certos padrões de comportamento. Na esfera privada, particular, os gays têm a liberdade de se comportar como bem entenderem, mas não é assim na esfera pública. A maior parte da sociedade brasileira ainda cultiva opiniões conservadoras sobre a questão homossexual, e isso deve ser respeitado pelos grupos minoritários liberais. O fato é que grande parte dos brasileiros não concorda com casamento homossexual. É extremamente raro ver um pai que gostaria de ter um filho para, na fase adulta, ser gay. O desejo natural é que ele se case e que lhe dê netos de forma natural, de acordo com as leis da natureza. São pouquíssimos que gostariam de ver dois homens se beijando em praça pública. O que pensaria uma criança se visse isso? Ficaria muito confusa. Os grupos homossexuais têm que entender que a sociedade, em muitas questões, tem expressado opiniões conservadoras. Vimos nas últimas eleições como o povo se manifestou fortemente contra a legalização do aborto.
O Supremo é o órgão máximo do poder judiciário, cabe-lhe julgar, e não legislar, ou seja, aprovar leis. Esta tarefa cabe ao poder legislativo. Essa atitude do Supremo Tribunal passa por cima da estrutura do estado democrático de direito, no qual cada poder tem suas atribuições específicas. E a aprovação de uma lei, que altere nosso Código Civil, não cabe ao judiciário, mas ao legislativo. Essa atitude é preocupante, pois coloca em cheque a atual estabilidade da democracia brasileira, com o Supremo legislando, sendo que essa não é sua atribuição. Isso é ainda mais preocupante pelo seguinte fato: acabamos colocando poder total nas mãos de alguns homens, que ao seu bem entender (sem querer saber a opinião da sociedade), aprovam o que querem, sem uma ampla discussão no Congresso, com os legítimos representantes da nação. Instala-se uma aristocracia – que significa o poder de poucos – no lugar da democracia – poder do povo. Abre-se um perigoso horizonte político para o Brasil, que tende a minar o estado democrático. Porque se o Supremo for cooptado por algum grupo político específico, ele passará a legislar (legitimar) para favorecer esse grupo político, apagando a voz do Congresso. Instala-se uma ditadura. Quebra-se a estrutura democrática dos três poderes. Na verdade, isto já está em processo desde a eleição de Lula. Ao aprovar o casamento gay, o Supremo mostra que está alinhado aos “valores” liberais da esquerda comunista do PT, cujo maior objetivo é destruir a democracia brasileira para a instauração de uma ditadura bolquevique, com economia de capital, aos moldes da China. Tal é o sonho da cúpula do PT desde o início dos anos 70. Infelizmente, sabemos quais são os próximos passos da agenda dos comunistas tupiniquins: a aprovação do aborto e das leis anti-homofobia.
Mas porque tanta mobilização pela causa gay? Ela seria tão fundamental para a sociedade brasileira? Não existiriam outras questões bem mais importantes com as quais o Supremo e o Congresso deveriam se deter? Certa vez o filósofo Luiz Felipe Pondé, com razão, afirmou que as crianças que morrem de fome e sede no nordeste não têm o mesmo lobby que os grupos homossexuais, por isso não há políticas públicas para atendê-las. Os homossexuais, ao contrário, possuem relevante influência no meio intelectual e artístico, se organizam em associações e pressionam os políticos e juizes para serem favorecidos. Já os pobres, as crianças e as mulheres violentadas por maridos insanos não têm esse poder de influência.
Certamente há questões muito mais relevantes que a causa gay, como, por exemplo, a discussão de um novo código penal, redução da idade penal, a pena de morte para crimes hediondos, leis mais duras contra a pedofilia, ao tráfico de drogas e a agressão à mulher. Estas são as verdadeiras grandes questões que necessitam de uma ampla discussão nas mais altas esferas do poder, questões que interferem na vida de milhões. Mas as atenções aos grandes temas, como estes, são desviadas por questões menores como casamento gay.
A aprovação do casamento gay pelo Supremo nada mais é que o cumprimento do que está previsto no documento PNDH-3, do ex-ministro do Lula, Paulo Vannuchi. No PNDH-3 vê-se como metas para o Brasil a aprovação de leis de casamento homossexual e aborto. Era só uma questão de tempo até que o Supremo fizesse o que fez, nesta semana. O PNDH-3 é uma imposição da ONU, como ouvi do próprio Vannuchi, para o Brasil. Vannuchi deixou claro, em palestra na UFSC por motivo do lançamento do PNDH-3, que as leis das nações têm sido impostas sistematicamente pela ONU. E, como sabemos, está nos planos da ONU uma drástica redução da população mundial a somente 2 bilhões até 2050. Como cumprirão esse objetivo? Simples, promovendo políticas pró-aborto e a cultura homossexual. Para cada casal homossexual são menos dois casais heterossexuais. Sendo que a média de filhos por família é de dois, chegamos ao número de menos quatro nascimentos de crianças para cada casal homossexual. Eis aqui a causa da promoção da cultura gay: a redução da população e a destruição da moral cristã centrada na família. No fundo, não há nada além disso.
Falta muita sabedoria a atual geração (principalmente aos que estão no poder), que está se acostumando cada vez mais com trivialidades, e passa seu tempo livre vendo novelas com beijos homossexuais.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Por que Cristo morreu?
Antonio José de Pinho
Todos os anos os católicos comemoram a páscoa, a celebração da morte e ressurreição de Jesus. Assistimos a filmes na TV sobre sua vida e encenações de sua paixão nas igrejas, mas me pergunto se realmente entendemos o real e profundo significado das últimas semanas de Jesus na Terra. O que representa sua morte ao homem moderno, tão acostumado como é às facilidades de um mundo inundado pela crescente tecnologia? Qual o significado da vida de Jesus para nós que vivemos em uma realidade tão diferente daquela em que viveram os judeus do século I d.C.? Para mim, estas são questões fundamentais da fé, e sem ter uma adequada compreensão sobre tais temas, não podemos nos aprofundar no mar de riquezas que é a doutrina cristã.
Inicio a responder com outra pergunta: Cristo morreu por nós ou por causa de nós? Aqui temos uma diferença fundamental entre duas formas totalmente opostas da significação de sua morte. A maior parte das pessoas crê que Jesus morreu por nós. Entretanto, para ser sincero, nunca compreendi muito bem o que queriam dizer com isso, até que li A última semana, livro que mudou profundamente minha compreensão da morte de Cristo. Como assim Cristo morreu por nós? Que significa “por nós”? Por trás dessa expressão há uma extensa história cultural que a maioria desconhece, mas sem a qual não se entende a vida de Jesus.
Na maior parte das culturas antigas, seja no monoteísmo judaico, seja no politeísmo da cultura greco-romana, a celebração religiosa tinha como ponto alto um sacrifício, através do qual os homens estabeleciam sua relação com a(s) divindade(s). Matavam-se animais, seu sangue era aspergido sobre o altar, e a carne poderia ser queimada ou consumida pelos participantes da cerimônia. A fumaça, que subia aos céus, representava que a oferenda chegava a Deus (ou aos deuses). O sacrifício era uma verdadeira refeição com a Divindade. Os homens reúnem-se para se relacionar com a Divindade, e essa relação se estabelece numa refeição, na qual deuses e homens comem juntos, tornam-se amigos. É algo análogo ao que vemos até hoje, no mundo social. Quando queremos estreitar nossos laços de amizade com alguém, convidamos essa pessoa para comer conosco. Nas religiões da antiguidade acontecia o mesmo, os homens estreitavam seus laços de amizade com a Divindade através de um banquete, no qual o sacrifício do animal é parte integrante e central do rito religioso. Pelo sacrifício Deus esquece nossas falhas (pecados) e renova sua amizade conosco. Faz-se uma aliança entre o divino e o humano, uma união entre a Terra e o Céu. É nesse sentido que o sacrifício era feito no judaísmo: renovar essa aliança entre Deus e os homens. Aquele que faz um sacrifício de sangue quer renovar sua amizade com Deus, reconhece que deve obediência ao Criador, ou seja, ele relembra-se de Deus, e Deus, por sua vez, “relembra-se” dele.
Esse significado não é recordado mais. As pessoas associam o pecado original ao sacrifício de Jesus, como se com o erro de Adão (e de toda a humanidade) nós estivéssemos devendo algo para Deus, quer dizer, alguém tinha que morrer para pagar esse erro. Os sacrifícios de animais seriam uma forma de ir aliviando a ira de Deus pela quitação total da dívida, que só poderia ser completamente paga com um grande e perfeito sacrifício. Assim, o próprio Deus teria se encarnado e morrido para pagar uma dívida que os homens tinham contraído com Ele, no pecado original. Cristo morreu e quitou a dívida. Dessa forma Ele morreu por nós. Se ele não tivesse morrido, os homens continuariam morrendo por toda a eternidade. Essa visão do cristianismo não é correta, e deturpa toda a mensagem de Cristo. É uma visão até totalmente ilógica até do ponto de vista racional. Como alguém poderia pagar a si mesmo, com recursos próprios, por uma dívida de outro? Muitos acreditam nela porque é o caminho mais fácil. É simples vermos que há uma dívida a ser paga e Cristo a pagou com sua morte, e ponto final. Mas o verdadeiro Jesus é muito mais. Ele é muito mais belo, maior e mais profundo que todas nossas simplificações. São Paulo já dizia que todo nosso conhecimento atual sobre Ele é imperfeito, parcial. Vemos somente reflexos dessa luz infinita que Deus é. À plenitude teremos acesso só depois que Aquele que é pleno se manifestar novamente entre nós, diante de todo o mundo, em gloria e poder.
É evidente que no pecado original tem início todos os sofrimentos humanos. Os homens esquecem os caminhos de Deus e constroem seus próprios, e é isso que gera todo o mal na Terra: a negação de Deus. Diante do rompimento na primordial harmonia/união entre o homem e Deus, Deus revela-se aos homens através de profetas desde o início. Através do Espírito Santo, Deus continua guiando a humanidade por seus caminhos, mesmo tendo boa parte dos homens O ignorado e criado outros tantos deuses/ídolos, cujo maior de todos é o dinheiro, a causa de todas as guerras em todos os tempos. A revelação nos mostra que nós mortais podemos esquecer Deus, mas Ele nunca desiste de nós. Os sacrifícios e as religiões foram uma forma de diminuir essa saudade que sentimos do Édem, da época em que estávamos plenamente em Deus. O sacrifício era uma forma de diminuir essa distância entre o pecador e seu Criador. Deus desde o início do tempo de rompimento da ordem inicial do Édem buscou a melhor forma de restabelecer a perfeita união entre Ele e seus filhos. E o principal meio que se utilizou foi a revelação, na qual encontramos o Caminho de retorno. Através da revelação recebemos a lei e a promessa de que tudo retornará a ser o que era no princípio. A essa promessa divina chamamos de profecia. Na encarnação do Verbo, que é Jesus, Deus revela-se em plenitude aos homens e cumpre suas promessas/profecias. Jesus, portanto, é a encarnação dessa plena “religação” entre Deus e os homens, a tal ponto que Ele fez-se homem para mostrar que o destino do homem é ser divino. A própria etimologia da palavra religião, como nos lembra Santo Agostinho, vem do verbo latino religare, que significa religar. Dessa forma, a religião e a revelação atuam juntas para religar o homem a Deus.
O Verbo encarnado fez de tudo para cumprir esse propósito (que é religar o homem ao seu Criador) e revelar Deus plenamente aos homens, pois é com a revelação que se faz o retorno ao Édem. Jesus substituiu a lei mosaica e instituiu a lei do Amor, que é o verdadeiro Caminho a Deus. O Caminho de Jesus foi de “enfrentamento”. Jesus enfrentou as estruturas de um mundo que esquecia Deus e idolatrava mais ao dinheiro e a falsos deuses e, ao mesmo tempo, revelava qual era a verdadeira face de Deus, seu pai, em seu ministério. O sermão da montanha é um exemplo dessa atividade de Jesus de revelar a verdade sobre o Criador a todos. Junto com a pregação da Verdade vemos a forma como Jesus combatia as injustiças de seu tempo: Ele as denunciava. Ao expulsar os mercadores do Templo mostra, claramente, sua insatisfação com as estruturas de um mundo injusto que deveriam ser mudadas, no Amor divino.
Jesus enfrenta as autoridades do Templo, símbolo máximo do poder entre os judeus, e as chama de sepulcros caiados e víboras. Ele não tem medo diante do mal, muito pelo contrário, nos ensina que só podemos enfrentar o mal com a arma da verdade e da denúncia. Só assim podemos mudar a ordem injusta do mundo. O Jesus, que cura e que enfrenta as autoridades do Templo, é um Jesus intimamente preocupado com a salvação dos homens, como também com a mudança social. O Caminho de Jesus tem duas vias, uma que se dirige a salvação dos homens e outra que vai ao encontro dos problemas sociais. Por isso, não podemos esquecer que também há um Jesus social, ou melhor, um Jesus que nos ensina que devemos lutar também pela mudança do mundo, transformá-lo à luz da revelação divina. Sem sua esfera social, o cristianismo torna-se incompleto. Por isso a Igreja, ao longo dos séculos, tem construído hospitais, escolas, orfanatos e universidades. A Igreja sempre promoveu essas instituições porque compreendeu, desde o início, que a mensagem de Jesus devia sim mudar o coração dos homens, mas que o homem modificado pelo evangelho deveria também lutar por mudar o mundo. Nessa luta cristã não combatemos com armas, guerras ou revoluções, mas com o Amor.
Chegamos aqui à verdadeira causa da morte de Jesus. O Verbo veio ao mundo por causa de nós, ou seja, por nossa salvação. Por nossa causa ele revelou a Verdade e enfrentou o mundo, ou melhor, enfrentou o mal do mundo. E o mundo o odiou. Por nossa causa, Jesus faria tudo, no Amor, para nos dar a verdadeira vida. Por nossa causa Ele estaria disposto a tudo suportar, por isso, por nossa causa ele morreu. E sua morte nos revela o quanto Deus nos ama, apesar de todos os erros da humanidade. Deus, desde toda a eternidade, tem um projeto para a humanidade, e Ele não desistirá dele nunca.
Portanto, Deus nunca desistirá de nós. Seu Amor nunca passará. Foi o ódio do mundo por Deus que matou Jesus. Na verdade, Cristo demonstrou que não queria morrer, como é sentimento natural de todo aquele que vive; tanto que em seus momentos finais, no Jardim da Oliveiras, chegou a pedir que o Pai lhe afastasse desse mal. Mas Ele também disse que não fosse feita a sua vontade (a vontade de sua natureza humana), mas a vontade de seu Pai. Como Jesus nos amava incondicionalmente, aceitou morrer por nossa causa. E não em substituição de nossa morte, como se estivesse pagando uma dívida morrendo por nós. O sacrifício de Jesus religa a humanidade a Deus novamente. E esse sacrifício é perfeito porque não é feito por mãos humanas, mas pelo próprio Deus que se sacrifica por nossa causa, num gesto de supremo amor. Deus religa os homens a Si para que se tornem imortais, como Ele é imortal.
Deus, através de sua plena revelação em Cristo, quer nos transformar para que, renovados em seu Espírito, transformemos o mundo. A transformação espiritual, que tem palco no coração humano, termina na transformação social, que transfigura o mundo segundo a luz eterna de Deus.
10/05/2011
Todos os anos os católicos comemoram a páscoa, a celebração da morte e ressurreição de Jesus. Assistimos a filmes na TV sobre sua vida e encenações de sua paixão nas igrejas, mas me pergunto se realmente entendemos o real e profundo significado das últimas semanas de Jesus na Terra. O que representa sua morte ao homem moderno, tão acostumado como é às facilidades de um mundo inundado pela crescente tecnologia? Qual o significado da vida de Jesus para nós que vivemos em uma realidade tão diferente daquela em que viveram os judeus do século I d.C.? Para mim, estas são questões fundamentais da fé, e sem ter uma adequada compreensão sobre tais temas, não podemos nos aprofundar no mar de riquezas que é a doutrina cristã.
Inicio a responder com outra pergunta: Cristo morreu por nós ou por causa de nós? Aqui temos uma diferença fundamental entre duas formas totalmente opostas da significação de sua morte. A maior parte das pessoas crê que Jesus morreu por nós. Entretanto, para ser sincero, nunca compreendi muito bem o que queriam dizer com isso, até que li A última semana, livro que mudou profundamente minha compreensão da morte de Cristo. Como assim Cristo morreu por nós? Que significa “por nós”? Por trás dessa expressão há uma extensa história cultural que a maioria desconhece, mas sem a qual não se entende a vida de Jesus.
Na maior parte das culturas antigas, seja no monoteísmo judaico, seja no politeísmo da cultura greco-romana, a celebração religiosa tinha como ponto alto um sacrifício, através do qual os homens estabeleciam sua relação com a(s) divindade(s). Matavam-se animais, seu sangue era aspergido sobre o altar, e a carne poderia ser queimada ou consumida pelos participantes da cerimônia. A fumaça, que subia aos céus, representava que a oferenda chegava a Deus (ou aos deuses). O sacrifício era uma verdadeira refeição com a Divindade. Os homens reúnem-se para se relacionar com a Divindade, e essa relação se estabelece numa refeição, na qual deuses e homens comem juntos, tornam-se amigos. É algo análogo ao que vemos até hoje, no mundo social. Quando queremos estreitar nossos laços de amizade com alguém, convidamos essa pessoa para comer conosco. Nas religiões da antiguidade acontecia o mesmo, os homens estreitavam seus laços de amizade com a Divindade através de um banquete, no qual o sacrifício do animal é parte integrante e central do rito religioso. Pelo sacrifício Deus esquece nossas falhas (pecados) e renova sua amizade conosco. Faz-se uma aliança entre o divino e o humano, uma união entre a Terra e o Céu. É nesse sentido que o sacrifício era feito no judaísmo: renovar essa aliança entre Deus e os homens. Aquele que faz um sacrifício de sangue quer renovar sua amizade com Deus, reconhece que deve obediência ao Criador, ou seja, ele relembra-se de Deus, e Deus, por sua vez, “relembra-se” dele.
Esse significado não é recordado mais. As pessoas associam o pecado original ao sacrifício de Jesus, como se com o erro de Adão (e de toda a humanidade) nós estivéssemos devendo algo para Deus, quer dizer, alguém tinha que morrer para pagar esse erro. Os sacrifícios de animais seriam uma forma de ir aliviando a ira de Deus pela quitação total da dívida, que só poderia ser completamente paga com um grande e perfeito sacrifício. Assim, o próprio Deus teria se encarnado e morrido para pagar uma dívida que os homens tinham contraído com Ele, no pecado original. Cristo morreu e quitou a dívida. Dessa forma Ele morreu por nós. Se ele não tivesse morrido, os homens continuariam morrendo por toda a eternidade. Essa visão do cristianismo não é correta, e deturpa toda a mensagem de Cristo. É uma visão até totalmente ilógica até do ponto de vista racional. Como alguém poderia pagar a si mesmo, com recursos próprios, por uma dívida de outro? Muitos acreditam nela porque é o caminho mais fácil. É simples vermos que há uma dívida a ser paga e Cristo a pagou com sua morte, e ponto final. Mas o verdadeiro Jesus é muito mais. Ele é muito mais belo, maior e mais profundo que todas nossas simplificações. São Paulo já dizia que todo nosso conhecimento atual sobre Ele é imperfeito, parcial. Vemos somente reflexos dessa luz infinita que Deus é. À plenitude teremos acesso só depois que Aquele que é pleno se manifestar novamente entre nós, diante de todo o mundo, em gloria e poder.
É evidente que no pecado original tem início todos os sofrimentos humanos. Os homens esquecem os caminhos de Deus e constroem seus próprios, e é isso que gera todo o mal na Terra: a negação de Deus. Diante do rompimento na primordial harmonia/união entre o homem e Deus, Deus revela-se aos homens através de profetas desde o início. Através do Espírito Santo, Deus continua guiando a humanidade por seus caminhos, mesmo tendo boa parte dos homens O ignorado e criado outros tantos deuses/ídolos, cujo maior de todos é o dinheiro, a causa de todas as guerras em todos os tempos. A revelação nos mostra que nós mortais podemos esquecer Deus, mas Ele nunca desiste de nós. Os sacrifícios e as religiões foram uma forma de diminuir essa saudade que sentimos do Édem, da época em que estávamos plenamente em Deus. O sacrifício era uma forma de diminuir essa distância entre o pecador e seu Criador. Deus desde o início do tempo de rompimento da ordem inicial do Édem buscou a melhor forma de restabelecer a perfeita união entre Ele e seus filhos. E o principal meio que se utilizou foi a revelação, na qual encontramos o Caminho de retorno. Através da revelação recebemos a lei e a promessa de que tudo retornará a ser o que era no princípio. A essa promessa divina chamamos de profecia. Na encarnação do Verbo, que é Jesus, Deus revela-se em plenitude aos homens e cumpre suas promessas/profecias. Jesus, portanto, é a encarnação dessa plena “religação” entre Deus e os homens, a tal ponto que Ele fez-se homem para mostrar que o destino do homem é ser divino. A própria etimologia da palavra religião, como nos lembra Santo Agostinho, vem do verbo latino religare, que significa religar. Dessa forma, a religião e a revelação atuam juntas para religar o homem a Deus.
O Verbo encarnado fez de tudo para cumprir esse propósito (que é religar o homem ao seu Criador) e revelar Deus plenamente aos homens, pois é com a revelação que se faz o retorno ao Édem. Jesus substituiu a lei mosaica e instituiu a lei do Amor, que é o verdadeiro Caminho a Deus. O Caminho de Jesus foi de “enfrentamento”. Jesus enfrentou as estruturas de um mundo que esquecia Deus e idolatrava mais ao dinheiro e a falsos deuses e, ao mesmo tempo, revelava qual era a verdadeira face de Deus, seu pai, em seu ministério. O sermão da montanha é um exemplo dessa atividade de Jesus de revelar a verdade sobre o Criador a todos. Junto com a pregação da Verdade vemos a forma como Jesus combatia as injustiças de seu tempo: Ele as denunciava. Ao expulsar os mercadores do Templo mostra, claramente, sua insatisfação com as estruturas de um mundo injusto que deveriam ser mudadas, no Amor divino.
Jesus enfrenta as autoridades do Templo, símbolo máximo do poder entre os judeus, e as chama de sepulcros caiados e víboras. Ele não tem medo diante do mal, muito pelo contrário, nos ensina que só podemos enfrentar o mal com a arma da verdade e da denúncia. Só assim podemos mudar a ordem injusta do mundo. O Jesus, que cura e que enfrenta as autoridades do Templo, é um Jesus intimamente preocupado com a salvação dos homens, como também com a mudança social. O Caminho de Jesus tem duas vias, uma que se dirige a salvação dos homens e outra que vai ao encontro dos problemas sociais. Por isso, não podemos esquecer que também há um Jesus social, ou melhor, um Jesus que nos ensina que devemos lutar também pela mudança do mundo, transformá-lo à luz da revelação divina. Sem sua esfera social, o cristianismo torna-se incompleto. Por isso a Igreja, ao longo dos séculos, tem construído hospitais, escolas, orfanatos e universidades. A Igreja sempre promoveu essas instituições porque compreendeu, desde o início, que a mensagem de Jesus devia sim mudar o coração dos homens, mas que o homem modificado pelo evangelho deveria também lutar por mudar o mundo. Nessa luta cristã não combatemos com armas, guerras ou revoluções, mas com o Amor.
Chegamos aqui à verdadeira causa da morte de Jesus. O Verbo veio ao mundo por causa de nós, ou seja, por nossa salvação. Por nossa causa ele revelou a Verdade e enfrentou o mundo, ou melhor, enfrentou o mal do mundo. E o mundo o odiou. Por nossa causa, Jesus faria tudo, no Amor, para nos dar a verdadeira vida. Por nossa causa Ele estaria disposto a tudo suportar, por isso, por nossa causa ele morreu. E sua morte nos revela o quanto Deus nos ama, apesar de todos os erros da humanidade. Deus, desde toda a eternidade, tem um projeto para a humanidade, e Ele não desistirá dele nunca.
Portanto, Deus nunca desistirá de nós. Seu Amor nunca passará. Foi o ódio do mundo por Deus que matou Jesus. Na verdade, Cristo demonstrou que não queria morrer, como é sentimento natural de todo aquele que vive; tanto que em seus momentos finais, no Jardim da Oliveiras, chegou a pedir que o Pai lhe afastasse desse mal. Mas Ele também disse que não fosse feita a sua vontade (a vontade de sua natureza humana), mas a vontade de seu Pai. Como Jesus nos amava incondicionalmente, aceitou morrer por nossa causa. E não em substituição de nossa morte, como se estivesse pagando uma dívida morrendo por nós. O sacrifício de Jesus religa a humanidade a Deus novamente. E esse sacrifício é perfeito porque não é feito por mãos humanas, mas pelo próprio Deus que se sacrifica por nossa causa, num gesto de supremo amor. Deus religa os homens a Si para que se tornem imortais, como Ele é imortal.
Deus, através de sua plena revelação em Cristo, quer nos transformar para que, renovados em seu Espírito, transformemos o mundo. A transformação espiritual, que tem palco no coração humano, termina na transformação social, que transfigura o mundo segundo a luz eterna de Deus.
10/05/2011
Dilma está com pneumonia
Iniciou tratamento contra pneumonia a presidente Dilma Rousseff. Por dez dias, ela tomará os antibióticos ceftriaxona e azitromicina. Dilma se sentiu gripada na China, no início de abril. O quadro pode ter favorecido o aparecimento da infecção, que atingiu a porção inferior de seus dois pulmões.
Fonte: Revista Veja, edição 2216 de 11 de maio de 2011, página 54.
Não é estranho que Dilma tenha desenvolvido pneumonia logo após ser vacinada contra a gripe? Assim que foi divulgada a notícia de sua doença, prontamente se preocuparam em dizer que a vacina nada tinha a ver com a pneumonia da presidente. Será mesmo? Leia meu artigo sobre o assunto (clique aqui para acessá-lo) e os outros textos que estão em um link nele, e pense melhor. Pesquisadores independentes sabem, faz muito tempo, que as vacinas fazem mais mal que bem. E este infeliz fato envolvendo Dilma demonstra isso de forma evidente.
domingo, 8 de maio de 2011
Obama mata Osama
A farsa da morte de Osama Bin Laden
O senhor Obama teve que “matar” quatro pessoas, no Paquistão, para desviar a atenção do mundo sobre a polêmica de sua certidão de nascimento. Donald Trump, com razão, levantou a hipótese, bem plausível, de Obama não ser um cidadão americano, o que lhe impossibilitaria uma candidatura presidencial. Toda a mídia tratou com desdém as palavras de Trump, e da semana passada em diante uma série de fatos vergonhosos fazem cair por terra a farsa que Obama é.
Aprendi, há muito tempo, que não existem coincidências, muito menos em política. E o suposto ataque ao QG de Osama no Paquistão, com sua morte, menos de uma semana após Obama ter apresentado sua suposta certidão de nascimento, parece muita coincidência, que só favorece o senhor Obama.
Vamos analisar os eventos que se desenrolaram na última semana para vermos que não houve coincidência, mas uma série grave de crimes cometidos pela mais alta autoridade estadunidense.
Primeiro, provou-se que a certidão de Obama é uma falsificação. Especialistas independentes analisaram o arquivo em PDF da certidão de Obama, divulgado pela Casa Branca, e descobriram que ele é um “retalho”, ou seja, uma montagem feita com partes de diferentes certidões emitidas no Hawaii. Verificou-se que, por exemplo, o número de registro da certidão divulgada, na verdade, pertence a uma mulher nascida no Hawaii na mesma época que Obama. Análises computacionais revelaram várias camadas de manipulação do documento, no qual foram incluídos diversos pedaços de outros documentos. Junto a várias letras do documento vê-se pontos brancos, sendo que o papel é amarelado. Isso significa que essas letras originalmente pertenciam a documentos com fundo branco, sendo recortadas e posteriormente remontadas sobre um fundo amarelo. Sem contar outros tantos elementos que revelam a grande farsa que é Obama.
Como já relatou Olavo de Carvalho, em artigo que reproduzi neste blog (clique aqui para lê-lo), a biografia verdadeira de Obama é cheira graves máculas. Publicou livros escritos por terceiros, foi filiado a partidos comunistas na juventude, pouca experiência política antes de ser candidato à presidência, e agora sabemos que ele não é americano.
Estamos diante de um grave fato, ou melhor, de crimes graves cometidos por Obama. Ele mentiu para milhões de cidadãos americanos sobre sua nacionalidade. Suspeita-se agora que ele tenha nascido na África. Para encobrir sua origem e a polêmica de sua certidão de nascimento, inventa a morte de Osama. Muito cômodo: trata-se da velha tática de encobrir um escândalo com um grande acontecimento, o qual acaba ofuscando o escândalo original na mídia. Agora ninguém mais fala da certidão de Obama, mas que ele matou Osama. Sua popularidade cresceu mais de dez pontos, e já se fala como certa sua reeleição. Tudo muito cômodo, não?
Tenho defendido que a história moderna, que nos ensinam nas escolas, é um amontoado de mentiras. A história oficial da Revolução Francesa para cá é o que querem que nós saibamos, não o que necessitamos saber. Mentem deliberadamente para nós, porque sabem que só a verdade liberta. Por isso os poderosos tanto temem que o povo saiba o que realmente ocorre nos bastidores da história mundial. Se soubessem, no mesmo dia estouraria uma revolta mundial que tiraria do poder figuras asquerosas que escravizam boa parte do mundo com guerras, fome e ignorância.
A história dos Estados Unidos também é uma série de mentiras. Seus inimigos sempre foram ficções. O comunismo foi criação dos banqueiros de Wall Street, que financiaram a revolução bolchevique na Rússia. Era necessário um inimigo com o qual lutar, mesmo que seja uma mentira. O romance clássico 1984 nos ensina isto muito bem. O inimigo do Grande Irmão tinha sido criado por ele mesmo para que o povo fosse manipulado e amedrontado eternamente, o que garantia a permanência de seu poder tirânico sobre o povo. Um povo com medo aceita qualquer coisa que lhes dê uma mínima garantia de segurança. Foi isso que 11 de setembro nos ensinou. Os EUA sempre mantiveram secretas parcerias com os comunistas da Rússia, principalmente no campo tecnológico. Grande parte da tecnologia soviética era de procedência amaricana. Isso os livros não nos contam. Na fachada pintava-se uma guerra entre comunismo e capitalismo na verdade não existia nos bastidores. Os mesmo que sustentam o capitalismo americano sustentavam o comunismo soviético.
Após o fim da União Soviética, os EUA necessitavam de um novo inimigo com o qual lutar. Assim nasce o terrorismo islâmico, outra criação americana. O 11 de setembro é mais uma grande mentira. Hoje os pesquisadores independentes sabem que as torres gêmeas foram derrubadas com explosivos instalados com a cooperação do governo de George W. Bush (veja o documentário 911 Mysteries no You Tube). Osama não teria condições logísticas de planejar e executar esses atentados. Mesmo porque as regiões atacadas são fortemente “protegidas” pelas forças armadas. Em poucos minutos a força aérea teria tido condições de abater um avião que desviasse sua rota, sem motivos, para cima de regiões densamente povoadas. Mas após as mentiras de 11 de setembro o islã nasce como o grande novo inimigo do ocidente, e Osama a pura encarnação do mal na Terra.
Na madrugada de domingo para segunda-feira, da semana passada, vimos o último episódio da novela, cujo primeiro episódio foi exibido, ao vivo para todo o mundo, numa negra manhã de setembro de 2001. Obama diz que matou Osama. Isso tudo é irônico, até o nome das figuras. Os dois só se diferenciam por uma letra, são quase iguais até no nome. São dois criminosos que colaboram para o mesmo poder oculto, que diariamente nos mente e nos manipula.
Os EUA estão tão acostumados a mentir que nem capricham mais na estória. Dizem que Osama foi abatido numa cidade paquistanesa, e morava numa casa que não se distanciava 1 km de uma base militar. Como Osama poderia ter vivido cinco anos numa casa cercada por muros altos com arame farpado no topo dele, e tão próxima de uma base militar? Nunca. Só mesmo no mundo de fantasia do senhor Obama. Em qualquer nação séria uma casa, como a mostrada pela mídia como sendo o QG de Osama, seria alvo de investigações pelo fato de estar próxima a instalações militares. A mentira maior ficou evidente pelas próprias notícias da grande mídia. Uns dizem que morreram quatro homens, outros dizem que foram três homens e uma mulher. Primeiro o governo americano disse que Osama reagiu com tiros à invasão de sua casa, depois que ele não demonstrou a mínima reação. As versões oficiais mudaram muito e simplesmente não coincidem. Sabemos que nos interrogatórios policiais, os suspeitos são interrogados várias vezes seguidas, e lhes é pedido que relatem os mesmos fatos repetidas vezes. Se as versões forem divergentes, a polícia logo sabe que mentem. Se forem contados relatos iguais, falam a verdade. O mesmo vale para o governo americano nesta semana que passou. Divulgaram, várias vezes, notícias oficiais sobre o fato, e em cada versão não conseguiram manter a mentira igual todas as vezes.
Mas o pior para mim foi o fato de terem dito que fizeram o teste de DNA logo após sua morte, e na mesma noite veio a confirmação de sua identidade. Como isso é possível? Em uma só noite, matam Osama, analisam seu DNA e pela manhã já divulgam sua morte. Isso é impossível numa investigação real. Primeiro porque os testes de reconhecimento de identidade não ficam prontos não rápido assim. Um teste de DNA demora dias para ficar pronto. Depois, disseram que um programa de computador reconheceu fotos do rosto do corpo de Osama. Mas o Obama disse justamente que não divulgou as fotos por que seu rosto tinha sido desfigurado pelos tiros. Como um rosto desfigurado poderia ter sido reconhecido por um computador? Eis aqui mais uma incoerência da grande farsa. Também acresce o fato de uma operação tão séria assim não é divulgada tão rapidamente sem a certeza da identidade do morto. Sabemos que é impossível uma confirmação de identidade tão rápida por DNA ou por fotografia de um cadáver desfigurado. Se Osama realmente morreu, e foi reconhecido só por foto (já que o DNA demoraria) divulgaram a notícia precipitadamente antes da comprovação do DNA. Mas aqui cabe mais uma pergunta: como os EUA tinham material genético de Osama, o homem mais procurado do mundo? Se conseguiram essa amostra após 2001, porque o mesmo que colheu a amostra não o denunciou para ganhar a recompensa milionária? Novamente uma análise crítica faz desmoronar todas as mentiras que a grande mídia nos conta.
Mesmo com rostos desfigurados, filmagens e fotos da operação deveriam ser divulgadas a toda a imprensa e a investigadores independentes, para que pudessem pesquisar o fato por conta própria e confirmar a seriedade da operação. Mas não, o senhor Obama não divulga as fotos de filmagens alegando que elas chocariam as pessoas e provocariam mais hostilidades por parte do mundo árabe. Com isso o senhor Obama não precisa se preocupar. O mundo árabe odeia-nos desde que Bush pai e filho o destruiram com suas criminosas guerras. Não seriam algumas fotos e vídeos do corpo de Osama que aumentariam esse ódio.
Obama não divulgou as fotos logo após a operação pelo simples fato delas não existirem. Hoje há avançados programas de computador que podem detectar se uma foto é ou não manipulada. Se o governo divulgasse montagens fotográficas do corpo de Osama logo a mentira seria descoberta. Aqui temos, portanto, o verdadeiro motivo para a não divulgação das fotos e vídeos. Estariam nos dando mais pistas ainda da grande farsa. Mas não adianta, com o pouco que foi divulgado pela grande mídia podemos, com olhos atentos e mente crítica, inferir que tudo isso não possa de mais uma grande série de mentiras.
A história de que o corpo foi jogado no mar é mais absurda ainda. E existência do corpo seria a principal prova, contra a qual não se poderia dizer nada. Mas nem um corpo temos para analisar. Se jogaram mesmo no mar, cometeram outro crime, pois a conservação dele é fundamental para a investigação. Temos aqui o crime de ocultação de cadáver. Considero o assassinato de Osama um horrendo crime, se ele de fato ocorreu, o que não creio. Se ele era um criminoso, tinha todo o direito de ser julgado por um tribunal independente. Também sou contra que ele fosse condenado à morte. Não sou favorável a esse tipo de pena. A morte para grandes criminosos é um alívio. Muito pior é mantê-los presos por décadas sendo forçados a trabalhar pesado, quebrando pedras, por exemplo. Muito mais educativo seria ver Osama numa prisão trabalhando, pagando por seus crimes, que morto.
Osama, muito possivelmente, ainda vive, e deve estar em uma paradisíaca praia do Caribe tomando água de coco, deitado numa rede. E ri de nossa ignorância falando aos seus: “como são tolos esses infiéis!” Obama e Osama riem juntos de nossa cara no exato momento em que termino esse texto. Coitados de nós todos.
O senhor Obama teve que “matar” quatro pessoas, no Paquistão, para desviar a atenção do mundo sobre a polêmica de sua certidão de nascimento. Donald Trump, com razão, levantou a hipótese, bem plausível, de Obama não ser um cidadão americano, o que lhe impossibilitaria uma candidatura presidencial. Toda a mídia tratou com desdém as palavras de Trump, e da semana passada em diante uma série de fatos vergonhosos fazem cair por terra a farsa que Obama é.
Aprendi, há muito tempo, que não existem coincidências, muito menos em política. E o suposto ataque ao QG de Osama no Paquistão, com sua morte, menos de uma semana após Obama ter apresentado sua suposta certidão de nascimento, parece muita coincidência, que só favorece o senhor Obama.
Vamos analisar os eventos que se desenrolaram na última semana para vermos que não houve coincidência, mas uma série grave de crimes cometidos pela mais alta autoridade estadunidense.
Primeiro, provou-se que a certidão de Obama é uma falsificação. Especialistas independentes analisaram o arquivo em PDF da certidão de Obama, divulgado pela Casa Branca, e descobriram que ele é um “retalho”, ou seja, uma montagem feita com partes de diferentes certidões emitidas no Hawaii. Verificou-se que, por exemplo, o número de registro da certidão divulgada, na verdade, pertence a uma mulher nascida no Hawaii na mesma época que Obama. Análises computacionais revelaram várias camadas de manipulação do documento, no qual foram incluídos diversos pedaços de outros documentos. Junto a várias letras do documento vê-se pontos brancos, sendo que o papel é amarelado. Isso significa que essas letras originalmente pertenciam a documentos com fundo branco, sendo recortadas e posteriormente remontadas sobre um fundo amarelo. Sem contar outros tantos elementos que revelam a grande farsa que é Obama.
Como já relatou Olavo de Carvalho, em artigo que reproduzi neste blog (clique aqui para lê-lo), a biografia verdadeira de Obama é cheira graves máculas. Publicou livros escritos por terceiros, foi filiado a partidos comunistas na juventude, pouca experiência política antes de ser candidato à presidência, e agora sabemos que ele não é americano.
Estamos diante de um grave fato, ou melhor, de crimes graves cometidos por Obama. Ele mentiu para milhões de cidadãos americanos sobre sua nacionalidade. Suspeita-se agora que ele tenha nascido na África. Para encobrir sua origem e a polêmica de sua certidão de nascimento, inventa a morte de Osama. Muito cômodo: trata-se da velha tática de encobrir um escândalo com um grande acontecimento, o qual acaba ofuscando o escândalo original na mídia. Agora ninguém mais fala da certidão de Obama, mas que ele matou Osama. Sua popularidade cresceu mais de dez pontos, e já se fala como certa sua reeleição. Tudo muito cômodo, não?
Tenho defendido que a história moderna, que nos ensinam nas escolas, é um amontoado de mentiras. A história oficial da Revolução Francesa para cá é o que querem que nós saibamos, não o que necessitamos saber. Mentem deliberadamente para nós, porque sabem que só a verdade liberta. Por isso os poderosos tanto temem que o povo saiba o que realmente ocorre nos bastidores da história mundial. Se soubessem, no mesmo dia estouraria uma revolta mundial que tiraria do poder figuras asquerosas que escravizam boa parte do mundo com guerras, fome e ignorância.
A história dos Estados Unidos também é uma série de mentiras. Seus inimigos sempre foram ficções. O comunismo foi criação dos banqueiros de Wall Street, que financiaram a revolução bolchevique na Rússia. Era necessário um inimigo com o qual lutar, mesmo que seja uma mentira. O romance clássico 1984 nos ensina isto muito bem. O inimigo do Grande Irmão tinha sido criado por ele mesmo para que o povo fosse manipulado e amedrontado eternamente, o que garantia a permanência de seu poder tirânico sobre o povo. Um povo com medo aceita qualquer coisa que lhes dê uma mínima garantia de segurança. Foi isso que 11 de setembro nos ensinou. Os EUA sempre mantiveram secretas parcerias com os comunistas da Rússia, principalmente no campo tecnológico. Grande parte da tecnologia soviética era de procedência amaricana. Isso os livros não nos contam. Na fachada pintava-se uma guerra entre comunismo e capitalismo na verdade não existia nos bastidores. Os mesmo que sustentam o capitalismo americano sustentavam o comunismo soviético.
Após o fim da União Soviética, os EUA necessitavam de um novo inimigo com o qual lutar. Assim nasce o terrorismo islâmico, outra criação americana. O 11 de setembro é mais uma grande mentira. Hoje os pesquisadores independentes sabem que as torres gêmeas foram derrubadas com explosivos instalados com a cooperação do governo de George W. Bush (veja o documentário 911 Mysteries no You Tube). Osama não teria condições logísticas de planejar e executar esses atentados. Mesmo porque as regiões atacadas são fortemente “protegidas” pelas forças armadas. Em poucos minutos a força aérea teria tido condições de abater um avião que desviasse sua rota, sem motivos, para cima de regiões densamente povoadas. Mas após as mentiras de 11 de setembro o islã nasce como o grande novo inimigo do ocidente, e Osama a pura encarnação do mal na Terra.
Na madrugada de domingo para segunda-feira, da semana passada, vimos o último episódio da novela, cujo primeiro episódio foi exibido, ao vivo para todo o mundo, numa negra manhã de setembro de 2001. Obama diz que matou Osama. Isso tudo é irônico, até o nome das figuras. Os dois só se diferenciam por uma letra, são quase iguais até no nome. São dois criminosos que colaboram para o mesmo poder oculto, que diariamente nos mente e nos manipula.
Os EUA estão tão acostumados a mentir que nem capricham mais na estória. Dizem que Osama foi abatido numa cidade paquistanesa, e morava numa casa que não se distanciava 1 km de uma base militar. Como Osama poderia ter vivido cinco anos numa casa cercada por muros altos com arame farpado no topo dele, e tão próxima de uma base militar? Nunca. Só mesmo no mundo de fantasia do senhor Obama. Em qualquer nação séria uma casa, como a mostrada pela mídia como sendo o QG de Osama, seria alvo de investigações pelo fato de estar próxima a instalações militares. A mentira maior ficou evidente pelas próprias notícias da grande mídia. Uns dizem que morreram quatro homens, outros dizem que foram três homens e uma mulher. Primeiro o governo americano disse que Osama reagiu com tiros à invasão de sua casa, depois que ele não demonstrou a mínima reação. As versões oficiais mudaram muito e simplesmente não coincidem. Sabemos que nos interrogatórios policiais, os suspeitos são interrogados várias vezes seguidas, e lhes é pedido que relatem os mesmos fatos repetidas vezes. Se as versões forem divergentes, a polícia logo sabe que mentem. Se forem contados relatos iguais, falam a verdade. O mesmo vale para o governo americano nesta semana que passou. Divulgaram, várias vezes, notícias oficiais sobre o fato, e em cada versão não conseguiram manter a mentira igual todas as vezes.
Mas o pior para mim foi o fato de terem dito que fizeram o teste de DNA logo após sua morte, e na mesma noite veio a confirmação de sua identidade. Como isso é possível? Em uma só noite, matam Osama, analisam seu DNA e pela manhã já divulgam sua morte. Isso é impossível numa investigação real. Primeiro porque os testes de reconhecimento de identidade não ficam prontos não rápido assim. Um teste de DNA demora dias para ficar pronto. Depois, disseram que um programa de computador reconheceu fotos do rosto do corpo de Osama. Mas o Obama disse justamente que não divulgou as fotos por que seu rosto tinha sido desfigurado pelos tiros. Como um rosto desfigurado poderia ter sido reconhecido por um computador? Eis aqui mais uma incoerência da grande farsa. Também acresce o fato de uma operação tão séria assim não é divulgada tão rapidamente sem a certeza da identidade do morto. Sabemos que é impossível uma confirmação de identidade tão rápida por DNA ou por fotografia de um cadáver desfigurado. Se Osama realmente morreu, e foi reconhecido só por foto (já que o DNA demoraria) divulgaram a notícia precipitadamente antes da comprovação do DNA. Mas aqui cabe mais uma pergunta: como os EUA tinham material genético de Osama, o homem mais procurado do mundo? Se conseguiram essa amostra após 2001, porque o mesmo que colheu a amostra não o denunciou para ganhar a recompensa milionária? Novamente uma análise crítica faz desmoronar todas as mentiras que a grande mídia nos conta.
Mesmo com rostos desfigurados, filmagens e fotos da operação deveriam ser divulgadas a toda a imprensa e a investigadores independentes, para que pudessem pesquisar o fato por conta própria e confirmar a seriedade da operação. Mas não, o senhor Obama não divulga as fotos de filmagens alegando que elas chocariam as pessoas e provocariam mais hostilidades por parte do mundo árabe. Com isso o senhor Obama não precisa se preocupar. O mundo árabe odeia-nos desde que Bush pai e filho o destruiram com suas criminosas guerras. Não seriam algumas fotos e vídeos do corpo de Osama que aumentariam esse ódio.
Obama não divulgou as fotos logo após a operação pelo simples fato delas não existirem. Hoje há avançados programas de computador que podem detectar se uma foto é ou não manipulada. Se o governo divulgasse montagens fotográficas do corpo de Osama logo a mentira seria descoberta. Aqui temos, portanto, o verdadeiro motivo para a não divulgação das fotos e vídeos. Estariam nos dando mais pistas ainda da grande farsa. Mas não adianta, com o pouco que foi divulgado pela grande mídia podemos, com olhos atentos e mente crítica, inferir que tudo isso não possa de mais uma grande série de mentiras.
A história de que o corpo foi jogado no mar é mais absurda ainda. E existência do corpo seria a principal prova, contra a qual não se poderia dizer nada. Mas nem um corpo temos para analisar. Se jogaram mesmo no mar, cometeram outro crime, pois a conservação dele é fundamental para a investigação. Temos aqui o crime de ocultação de cadáver. Considero o assassinato de Osama um horrendo crime, se ele de fato ocorreu, o que não creio. Se ele era um criminoso, tinha todo o direito de ser julgado por um tribunal independente. Também sou contra que ele fosse condenado à morte. Não sou favorável a esse tipo de pena. A morte para grandes criminosos é um alívio. Muito pior é mantê-los presos por décadas sendo forçados a trabalhar pesado, quebrando pedras, por exemplo. Muito mais educativo seria ver Osama numa prisão trabalhando, pagando por seus crimes, que morto.
Osama, muito possivelmente, ainda vive, e deve estar em uma paradisíaca praia do Caribe tomando água de coco, deitado numa rede. E ri de nossa ignorância falando aos seus: “como são tolos esses infiéis!” Obama e Osama riem juntos de nossa cara no exato momento em que termino esse texto. Coitados de nós todos.
Assinar:
Postagens (Atom)